Categoria: Meditação pastoral

  • Tempo de amar a palavra

    Tempo de amar a palavra

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    Tempo de amar a palavra

    “Quando as Tuas palavras foram encontradas, eu as comi; elas são a minha alegria e o meu júbilo, pois pertenço a Ti, Senhor Deus dos Exércitos.”
    Jeremias 15:16

    Houve um tempo em que as intenções do inimigo se concentravam em destruir literalmente a Palavra. Hoje, o foco mudou e se destina mais a destruir o amor à Palavra de Deus.
    De fato, termos Bíblia sem ela nos ter de nada servirá.
    O Livro de Deus tem perdido o protagonismo até mesmo no Ministério. Gostamos do título “Ministros da Palavra”, mas me pergunto até que ponto ela de fato ministra a nós…
    No verso acima, Jeremias fala do seu anseio pela Palavra. Se tal anseio não predomina em nosso coração, vivemos um ministério falido, pois qualquer distância que mantivermos da Bíblia dará início a um processo de morte espiritual.
    No tempo do fim, não deixe ter fim seu amor pela Palavra – tome-a agora mesmo em sua mão e renove seu compromisso de passar tempo com ela, de se submeter a ela, de devolver a ela o centro da governança de sua vida.
    Um Ministério sem as Escrituras é uma fraude perigosa. O que a Bíblia é para você: Uma coadjuvante que sempre aparece, mas não é importante? Um figurante que mal aparece, e quando aparece não é notado? Ou a protagonista de sua vida como um todo?
    A Bíblia é preciosa e, sem dúvidas, ainda relevante. O desprezo atual por ela, até mesmo no Ministério, se dá devido à geração atual não suportar ser confrontada.

    “Eduque sua mente a amar a Bíblia, amar a reunião de oração, a hora de meditação e, acima de tudo, a hora em que a mente comunga com Deus. Volte sua mente para as coisas eternas, se quiser unir-se com o coro celestial nas mansões de cima.” — (CI 190.2 – EGW).

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de pastorear

    Tempo de pastorear

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    Tempo de pastorear

    “Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; cuida bem dos teus rebanhos”
    Provérbios 27:23

    O tempo do fim é marcado por um avanço multiforme do mal sobre o rebanho de Cristo. Não existem ovelhas sem cicatrizes.
    Um dia haverá um só Pastor e um só rebanho, e lá, e somente lá, a dor não mais será uma realidade.
    Não são necessários muitos anos de Ministério para concluir que conviver com a dor e os dilemas dos que pastoreamos será parte intrínseca do pastorado.
    “Conhece o estado das tuas ovelhas” é uma ordem, não uma sugestão. Se você não sente prazer no cuidado das ovelhas, suplique por isso ou reconheça que o “chamado” não passou de uma produção de sua própria mente.
    Nunca faça do seu rebanho trampolim para seus objetivos. A igreja de Cristo é uma esposa para ser amada e não uma amante para ser usada. Oferecer apenas migalhas de cuidado a quem Jesus ofereceu o próprio sangue nos deveria fazer estremecer o coração.
    Os pastores que marcam vidas, marcam pelo amor. Alegre-se se você é organizado, celebre os índices alcançados, vibre com o reconhecimento recebido, mas nunca esqueça que o Céu celebra um Ministério que prima pelo cuidado.
    Seus sermões provavelmente serão esquecidos, sua criatividade em algum momento ficará para trás, mas o dia em que você foi ombro para o choro e a mão que ergueu pessoas será gravado na rocha da gratidão e nos registros dos Céus.

    “Deve o pastor misturar-se livremente com aqueles por quem trabalha a fim de familiarizar-se com eles e saber como adaptar seus ensinos às necessidades deles. Havendo pregado um sermão, a obra do pastor apenas começou. Há um trabalho pessoal para ele fazer.” (AA 202 – EGW)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de pensar que não há mais tempo

    Tempo de pensar que não há mais tempo

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    Tempo de pensar que não há mais tempo

    “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto.”
    Isaías 55:6

    Há duas ilusões que de quando em vez visitam o ministério. A primeira tenta impor sobre o coração o sentimento de que um recomeço é impossível. A segunda, que brincar com a salvação é uma opção saudável.
    O convite do texto acima, “buscai ao Senhor”, está aberto, mas definitivamente demorar a buscá-lo não é uma opção prudente. Por isso, há o consequente alerta: “enquanto se pode achar”. Isso significa que estamos diante de uma verdade que é, ao mesmo tempo, reconfortante, “buscai ao Senhor”, e também aterrorizante, “enquanto se pode achar”.
    O ministro jamais deve interpretar a Graça de Deus como complacência. O fato de estarmos no Ministério apesar do nosso erros, quer dizer misericórdia e não anuência.
    A Graça nunca se tornará escassa, mas é fato, pelo texto acima, que um dia ela não mais estará disponível.
    Nas vezes em que lamentavelmente tive que receber a devolução de credencial das mãos de um Ministro que caiu, uma coisa era perceptível: “Não tinha sido a primeira vez”.
    O inimigo não terá pressa na nossa queda, ele só quer ter a certeza de que o golpe será fatal.
    Não seja invadido por uma tristeza de que hoje não há mais tempo, mas também não seja tomado pela outra ilusão, de que há tempo demais e que você pode continuar a brincar com Deus. Não é porque 2022 não foi o seu último ano que não haverá um último ano, se escolher permanecer em pecado.
    Volte-se hoje para Deus. Acredite, quando você se voltar, Ele estará mais perto do que você imaginou.

    “Não se pode brincar com os interesses espirituais. Nosso capital é nosso caráter. Devemos acariciá-lo, como faríamos com um tesouro muito valioso. A pureza moral, o respeito próprio, o forte poder de resistência, têm de ser incentivados firme e constantemente. Não deve haver um único afastamento da discrição; um ato de familiaridade, um deslize, podem pôr em perigo a salvação, abrindo a porta da tentação, e assim enfraquecer o poder de resistência.” – (FC 134.2 – EGW)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de amadurecer

    Tempo de amadurecer

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    Tempo de amadurecer

    “Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.”
    1 Coríntios 13:11

    O amadurecimento ministerial é obra de uma vida, e não há diplomação aqui na Terra. Mas eternizar a infantilidade é, no mínimo, perigoso.
    No tempo solene em que vivemos, o pastor não pode celebrar uma vida que estacionou. Paulo nos adverte no texto acima que existirá um tempo de ser “menino”, mas esse lugar é uma estrada e não um destino.
    Aqui estão alguns sinais de imaturidade ministerial que nunca saem de moda:

    1. “A igreja me deve isso”. Estar no ministério sempre será um prêmio maior do que aquilo que cabe em nossas mãos;

    2. “Aqui não é meu lugar, sou maior do que isso”. Quando minha realização se atém a uma geografia, eu deveria ser guia turístico e não pastor;

    3. “O mundo dá voltas”. Se você ambiciona um lugar para repetir uma história equivocada, pare de ter esse sonho, isso é bem mais nobre;

    4. “Estou empurrando com a barriga”. Ministério se leva com os joelhos e com um coração ardente, e não aos empurrões ou com descaso;

    5. “Não se doe demais, ninguém vai reconhecer”. Qualquer coisa que seja menos que tudo, em relação ao Reino de Deus, é mediocridade. E o aplauso de Deus tem mais valor do que o humano.

    Se afirmações como essas e outras já fizeram parte do seu Ministério, sorria com elas, mas se ainda fazem parte, é tempo de abandoná-las.

    “Estudo e trabalhos árduos são exigidos para tornar um pastor bem-sucedido, ou dar a um obreiro êxito em qualquer ramo da causa de Deus. Coisa alguma senão constante cultivo há de desenvolver o valor dos dotes que Deus outorgou para sábio aperfeiçoamento.” – (CP 538.2 – EGW)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de viver em comunidade

    Tempo de viver em comunidade

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    Tempo de amar a palavra

    “Quando as Tuas palavras foram encontradas, eu as comi; elas são a minha alegria e o meu júbilo, pois pertenço a Ti, Senhor Deus dos Exércitos.”
    Jeremias 15:16

    Houve um tempo em que as intenções do inimigo se concentravam em destruir literalmente a Palavra. Hoje, o foco mudou e se destina mais a destruir o amor à Palavra de Deus.
    De fato, termos Bíblia sem ela nos ter de nada servirá.
    O Livro de Deus tem perdido o protagonismo até mesmo no Ministério. Gostamos do título “Ministros da Palavra”, mas me pergunto até que ponto ela de fato ministra a nós…
    No verso acima, Jeremias fala do seu anseio pela Palavra. Se tal anseio não predomina em nosso coração, vivemos um ministério falido, pois qualquer distância que mantivermos da Bíblia dará início a um processo de morte espiritual.
    No tempo do fim, não deixe ter fim seu amor pela Palavra – tome-a agora mesmo em sua mão e renove seu compromisso de passar tempo com ela, de se submeter a ela, de devolver a ela o centro da governança de sua vida.
    Um Ministério sem as Escrituras é uma fraude perigosa. O que a Bíblia é para você: Uma coadjuvante que sempre aparece, mas não é importante? Um figurante que mal aparece, e quando aparece não é notado? Ou a protagonista de sua vida como um todo?
    A Bíblia é preciosa e, sem dúvidas, ainda relevante. O desprezo atual por ela, até mesmo no Ministério, se dá devido à geração atual não suportar ser confrontada.

    “Eduque sua mente a amar a Bíblia, amar a reunião de oração, a hora de meditação e, acima de tudo, a hora em que a mente comunga com Deus. Volte sua mente para as coisas eternas, se quiser unir-se com o coro celestial nas mansões de cima.” — (CI 190.2 – EGW).

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de reconhecer o tempo

    Tempo de reconhecer o tempo

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    Tempo de reconhecer o tempo

    “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo…”
    Romanos 13:11

    Paulo sabia haver um grupo privilegiado em Roma que conhecia o tempo, que não estava alheio aos acontecimentos proféticos que se desnudavam diante dos olhos.
    Fico imaginando a percepção de Paulo diante do ministério. Creio que, na opinião dele, ninguém deveria conhecer melhor os “tempos” do que o Ministro.
    Conhecer o tempo vai além de poder enumerar os sinais escatológicos ou de saber citar de cabeça textos que fortaleçam os nossos fundamentos. Tem a ver também com espírito de alerta. Precisamos mergulhar no conhecimento das profecias, mas sempre tendo em mente que acumular conhecimento sem transformação do coração é só um meio de se perder de forma mais erudita. Precisamos conhecer e estremecer diante do tempo. Poder explicá-lo, mas também viver de forma que glorifique a Deus nesta época solene.
    Hoje estamos sofrendo duplamente com um conhecimento superficial e um compromisso menor ainda.
    O conhecimento do tempo deve ser acompanhado de uma submissão de coração que desague em uma entrega irrestrita à obra de Cristo.
    Temo que não conheçamos nem o tempo nem o Senhor do tempo. Mas ainda há tempo de conhecer o tempo – apenas escolha.

    “Paulo ensina ser pecaminoso mostrar-se indiferente aos sinais que devem preceder à segunda vinda de Cristo. Aos culpados dessa negligência chama ele filhos da noite e das trevas. Ao vigilante e atento anima ele com estas palavras: “Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão. Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios”. 1 Tessalonicenses 5:4-6. – (AA 144.1- Ellen White)

    Autor Pr. Paulo Ki e eu compartilho com vocês

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