Categoria: Meditação pastoral

  • Tempo de Saber que Não é Tarde Demais!

    Tempo de Saber que Não é Tarde Demais!

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    Tempo de Saber que Não é Tarde Demais!

    “…e fortalece-me agora só esta vez, ó Deus…”
    Juízes 16:28

    Não me lembro de outra oração de Sansão registrada na Bíblia. Sem dúvida, ele deve ter feito outras, mas eram tão raras que o autor bíblico não as enfatizou. O certo é que, na cena final da sua história, tomado pelo sentimento de imerecimento, ele clama a Deus e diz “…fortalece-me agora só esta vez, ó Deus…”.
    Ele sabia que a Graça persistente de Deus já havia por diversas vezes aberto a porta da oportunidade e ele, de forma indiferente, a havia fechado.
    Por isso, em tom humilde, ele queria acesso à força só mais uma vez, e de fato assim foi.
    Quando rememoramos nossa história, vemos a Graça prevalecendo dia a dia contra a nossa teimosia em termos um Ministério comum ou, no mínimo, irrelevante.
    Não sabemos como seria a vida de Sansão se ele tivesse escapado naquele momento. Quem sabe finalmente aceitaria ser regido pelo Espírito que ele tanto rejeitou.
    Meu apelo neste dia é que clamemos por um Ministério profundo e relevante, não importa se por mais um dia, até a jubilação ou até em vida encontrar o Senhor da Glória em Sua vinda.
    Sei que Deus não será indiferente à sua oração. Oro para que não sejamos indiferentes à Sua resposta. Não deixe nada fazer você acreditar que é tarde demais. Prostre-se agora.

    “Justamente aqueles que Deus Se propõe usar como Seus instrumentos para uma obra especial, Satanás, empregando seu máximo poder procura transviar. Ele nos ataca em nossos pontos fracos, procurando, pelos defeitos do caráter, obter domínio sobre o homem todo; e sabe que, se tais defeitos são acalentados, terá bom êxito. Mas ninguém precisa ser vencido. O homem não é deixado só a vencer o poder do mal pelos seus fracos esforços. O auxílio está às mãos, e será dado a toda alma que realmente o desejar.” (PP, p. 417)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Restauração!

    Tempo de Restauração!

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    Tempo de Restauração!

    “E fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme tudo o que fizera Davi, seu pai.”
    2º Reis 18:3

    Ezequias tinha tudo para dar errado, mas, surpreendentemente, usou o seu poder de escolha para fazer a diferença na sua geração.
    Duas palavras se destacaram no seu reinado e deveriam ser destaque no nosso Ministério: Coragem e Restauração.
    Ele encontrou um reino mergulhado na vileza e idolatria. Sem o quesito coragem, as mudanças necessárias não teriam ocorrido. Às vezes o Ministro se depara, no lar e na igreja, com uma situação de fragilidade espiritual que aparenta ser irreversível. Em momentos como esse necessitamos de coragem para implementar a restauração que nos dias de Ezequias foi tão eficaz.
    Não sei quais são os desafios que sua vida pessoal ou ministerial enfrenta neste momento, mas, ao olhar para o reinado de Ezequias, percebemos que não há cadeias inquebráveis.
    Você pode ser o ponto de virada na história daqueles que Deus colocou sob sua liderança. O que Ezequias fez?

    1. Removeu os ídolos;
    2. Confiou em Deus;
    3. Guardou os mandamentos;
    4. Procurou bons referenciais;
    5. Orou ao Senhor;
    6. Restabeleceu o culto;
    7. Ouviu os profetas (Palavra de Deus);
    8. Restabeleceu a Páscoa (foco no Cordeiro).

    Seja um agente de restauração, mas não fuja do modelo bíblico. Vai ser necessário ter coragem, mas Deus a dará.

    “Nessa emergência, Ezequias provou ser um homem para a ocasião. Mal havia ele subido ao trono, começou a planejar e a executar. Voltou primeiramente sua atenção para a restauração das atividades do templo, havia tanto tempo negligenciadas; e nesta obra solicitou com fervor a cooperação de um grupo de sacerdotes e levitas que tinham permanecido leais a sua sagrada vocação.” (PR, p. 170)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Não Negociar!

    Tempo de Não Negociar!

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    Tempo de Não Negociar!

    “Então Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Vive o Senhor Deus de Israel, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra”
    1º Reis 17:1

    O ministério de Elias é, sem dúvidas, uma inspiração. Quero destacar um homem que não abriu negociação quanto aos desígnios que Deus tinha com ele, mesmo Tiago nos lembrando que “Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós…” (Tiago 5:17), e sabendo que momentos de temor lhe sobrevieram ao coração.
    A vontade de Deus era protagonista em sua vida e, em linhas gerais, era inegociável, ainda que diante dos maiores perigos.
    O texto de hoje nos lembra que comparecer perante o Rei Acabe com uma mensagem impopular poderia fazer do seu primeiro dia de ministério público, também o último. Mas, mesmo assim, ele não transigiu.
    Nos tempos modernos, o Ministro é tentado a negociar a mensagem de Deus de muitas maneiras. Vejamos algumas delas:

    1. Adequando o Evangelho ao público, numa espécie de religião “a la carte” (oferecendo a palavra que agrada às pessoas);
    2. Preferindo as palmas humanas, ainda que sob o descontentamento de Deus; (inflando o ego);
    3. Aderindo irrestritamente à filosofia de que os fins justificam os meios (tudo pela conquista de metas e alvos);
    4. Administrando pelo populismo, não pelo Teocentrismo (o que importa é agradar ao povo);
    5. Se rende público, aposentando a Palavra de Deus (tudo pelo público e pela fama);
    6. Vivendo uma fidelidade circunstancial (relevando e relativizando a fidelidade).

    Não somos chamados a ser inflexíveis, mas, quando se trata de princípios, estes devem sempre ser INEGOCIÁVEIS.

    “Elias, homem dotado de poder, tinha sido o instrumento de Deus na subversão de males gigantescos. Fora derribada a idolatria que, mantida por Acabe e pela gentílica Jezabel, havia seduzido a nação.” (Ed, p.60)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Vida Espiritual no Topo!

    Tempo de Vida Espiritual no Topo!

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    Tempo de Vida Espiritual no Topo!

    “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus.”
    1 Coríntios 2:4-5

    Às vezes me pego pensando: o que há de errado? Mesmo diante do visível crescimento da igreja, tenho a sensação de que deveríamos estar bem mais avançados, e que esse avanço deveria ser mais consistente.
    Por isso me arrependo por todas as vezes em que me encantei e coloquei no pódio equipamentos, planos e materiais, enquanto esquecia que pouco ou nada eles podem fazer se não forem utilizados por vidas marcadas pela dependência de Deus.
    Se nosso sonho ministerial é uma igreja no topo da comunhão, nós precisamos primeiro estar lá. É traumático querer levar a igreja a uma experiência que nem mesmo nós ainda vivenciamos. Seja fiel aos programas do seu Campo, de sua União, porém que nada substitua o anseio primário de contemplar uma igreja para quem Deus é a suprema prioridade.
    Coloque a vida espiritual da igreja em primeiro plano, pois tenho descoberto que temos estratégias e materiais excelentes, mas são de pouca utilidade nas mãos de um corpo sem vida.

    “Quando a mente de um homem é posta em comunhão com a mente de Deus, o finito com o Infinito, o efeito sobre o corpo, a mente e o espírito vai além do admissível. Em comunhão tal é encontrada a mais alta educação. É o método de desenvolvimento usado por Deus. ‘Reconcilia-te com Ele’, é a mensagem do Senhor à humanidade. Jó 22:21)”. (AA, p. 126)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Voltar Atrás!

    Tempo de Voltar Atrás!

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    Tempo de Voltar Atrás!

    “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te, e volta à prática das primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei e tirarei do seu lugar o teu castiçal se não te arrependeres.”
    Apocalipse 2.5

    Há um canto inebriante que alcançou o Ministério e que, na essência, traz a seguinte ilusão: “você volta a qualquer hora”.
    Há uma perigosa verdade nessa premissa. Qual seria? Você, de fato, pode voltar a qualquer hora, mas cuidado, pois qualquer hora você pode nunca mais querer voltar.
    A história das 7 igrejas do Apocalipse é um álbum de fotos de Deus, com lembranças das idas e vindas da Sua Igreja.
    No texto acima, Deus está lembrando à Igreja ”desejável” que era “tempo de voltar atrás”. Com esse apelo, Cristo não estava prevendo o fim do Seu amor, mas o fim do nosso desejo.
    Entre a primeira igreja que recebeu o apelo acima e a última, que estamos vivendo, é fato que não houve esgotamento da Graça, mas há histórias de idas sem vindas.
    Cristo mencionou, no versículo acima, três passos práticos que devemos dar a fim de voltar ao primeiro amor:

    1) Lembrança (“lembra-te”);
    2) Arrependimento; (“arrepende-te”);
    3) Recomeço (“volta à prática das primeiras obras”).

    Lembre-se da Graça já provada e volte para lá. Esse oceano nunca diminui. Arrependa-se de sua indolência ou mesmo do abismo em que você se colocou voluntariamente, e que você já nem vê mais a borda, e recomece. Toda voz que diz que isso é impossível será abafada por um Deus que nunca desistiu de você.

    “Abandonai a suspeita de que as promessas de Deus não se referem a vós. Elas são para todo transgressor arrependido. Força e graça foram providas por meio de Cristo, sendo levadas pelos anjos ministradores a toda alma crente. Ninguém é tão pecaminoso que não possa encontrar força, pureza e justiça em Jesus, que por ele morreu. Cristo está desejoso de tirar-lhes as vestes manchadas e poluídas pelo pecado, e vestir-lhes os trajes brancos da justiça; Ele lhes ordena viver, e não morrer. (CC, p. 52)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Encontrar Arrependimento!

    Tempo de Encontrar Arrependimento!

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    Tempo de Encontrar Arrependimento!

    “E ninguém seja devasso, ou profano, como Esaú… que, querendo ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento, ainda que com lágrimas o buscou”.
    Hebreus 12:16-17.

    Parece que o título proposto e o verso bíblico conflitam, e provocar essa sensação foi proposital.
    O objetivo da reflexão de hoje é ser sinal de esperança, mas também de alerta. Há o risco de preparamos o coração dia a dia para a esterilidade, pois essa crosta que nele se forma não é repentina. Nela há pequenos fragmentos das nossas concessões que são rejuntados com pecados não confessados.
    Muitas vezes, tragicamente à semelhança de Esaú, no nosso eterno patinar entre o espiritual e o superficial, esquecemos que em cada visita ao abismo trazemos um pouco dele, e então um dia acordamos com lágrimas nos olhos, mas com o coração seco de joelhos e não rendidos. Então provamos a assustadora experiência do não sentir.
    Não sou defensor de que dentro do tempo de Graça ela se esgote. Deus sempre estará lá, mas as rebeldias acumuladas nos paralisam. A Graça ainda pode nos alcançar, mas não há mais forças para clamar.
    Por isso, pare agora essa trajetória rumo à insensibilidade. É tempo de frear bruscamente essa caminhada rumo a um viver estéril e que perde a graça na Graça.
    Retorne agora, você não é o impossível de Deus. Sua conclusão de que você foi longe pode não estar errada, talvez seu equívoco esteja em relação à Graça, medindo-a pobremente.

    “Cristo é a fonte de todo bom impulso. Ele unicamente, é capaz de implantar no coração a inimizade contra o pecado. Todo desejo de verdade e pureza, toda convicção de nossa própria pecaminosidade, é uma evidência de que Seu Espírito está operando em nosso coração.” – (CC, p. 26.2)

    Autor Pr.Paulo Ki

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  • Tempo de Pensar Mais no Rei e Menos na posição ocupada no Reino!

    Tempo de Pensar Mais no Rei e Menos na posição ocupada no Reino!

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    Tempo de Pensar Mais no Rei e Menos na posição ocupada no Reino!

    “Convém que Ele cresça e que eu diminua.”
    João 3:30.

    No Ministério, o ideal é sempre haver crescente humildade, não importa o “nível” do serviço realizado, por mais importante que pareça (ou devesse parecer) aos olhos humanos.
    Ter orgulho da quantidade ou da qualidade do que fazemos para Deus é um terreno perigoso. Apenas em ter o privilégio de ser um Ministro de Deus, apesar de nós mesmos, já deveria nos assombrar. É um ato de Graça, não uma contrapartida a currículo.
    Na vida ou no serviço do Reino estamos sempre em débito, não somos credores.
    A consciência da nossa pequenez é uma vacina poderosa no que diz respeito à poderosa tentação de viver um Ministério em que temos a sensação que as igrejas que pastoreamos ou nossos líderes estão nos devendo algo.
    No Ministério, só queira ir aonde Deus queira levar você, pois esse será sempre o melhor lugar.

    “As tentações especiais de Satanás são dirigidas contra o ministério. Ele sabe que os ministros são apenas entes humanos, não possuindo em si mesmos graça, nem santidade; que os tesouros do evangelho foram colocados em vasos de barro, os quais só o poder divino pode tornar vasos para honra. Sabe que Deus tem ordenado que os ministros sejam um meio poderoso para a salvação de almas, e que eles só poderão ser bem-sucedidos em sua obra à medida que permitem que o Pai eterno lhes domine a vida.” (OE, p. 124)

    Autor Pr. Paulo ki

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  • Tempo de Sair do Fundo do Poço!

    Tempo de Sair do Fundo do Poço!

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    Tempo de Sair do Fundo do Poço!

    “Ele me tirou de um poço de destruição, de um atoleiro de lama; pôs os meus pés sobre uma rocha e firmou-me num local seguro.”
    Salmo 40:2

    Não estranhe o fundo do poço, mas jamais se acostume lá. Esse Salmo é de Davi e, sim, ele já esteve lá.

    Estes são os perigos do fundo do poço:

    1. Logo deixa ser um lugar de trânsito e vira moradia;
    2. Lá é mais fácil crer que não há o que fazer;
    3. Muitos que estão lá tentaram nos convencer que não é tão ruim como parece;
    4. Cria a falsa sensação de que podemos deixar esse lugar quando quisermos.

    O fundo do poço pode se apresentar de várias formas:

    1. Mergulhar no pecado;
    2. Um esgotamento espiritual;
    3. Um esgotamento emocional;
    4. Um esgotamento físico.

    Todas elas são prisões de difícil liberdade, mas nenhuma é o fim da jornada.
    O fundo do poço não é maior que o braço da misericórdia. Ninguém foi tão longe que o amor de Deus não possa trazer de volta. A profundidade do poço ou a sujeira dele não desanimará o coração gracioso de Deus, Ele só precisa saber que você quer sair.

    “Podemos ir a Ele com todas as nossas fraquezas, leviandade e pecaminosidade, e rojar-nos arrependidos aos Seus pés. É Seu prazer estreitar-nos em Seus braços de amor, atar nossas feridas, purificar-nos de toda a impureza.”– (CC, p. 52)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Coragem Para Ser Bíblico

    Tempo de Coragem Para Ser Bíblico

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    Tempo de Coragem Para Ser Bíblico

    “…Crede no Senhor vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis”
    2 Crônicas 20:20

    Quando a Bíblia perde o protagonismo no Ministério, o caminho da decadência começa a ser aberto.
    Numa das maiores crises do povo de Deus, essa afirmação foi ao mesmo tempo um alento e uma repreensão.
    É preciso coragem para ser bíblico num tempo onde ser raso é apreciável. Muitas vezes tal coragem de permanecer ao lado da Bíblia só será apreciada pelo Céu, mas a pergunta é: do que mais precisamos?
    O texto nos lembra que segurança e prosperidade nascem da confiança inabalável em Deus e de tratar a Bíblia como o Livro dos livros.
    Quando um Ministro começa primariamente a tornar seus conselheiros para o êxito Ministerial os livros que falam do Senhor, em vez de o Livro do Senhor, ele deu um passo na areia movediça.
    A vontade de Deus deve ser uma premissa soberana na vida do Ministro, não importa o que isso vai lhe custar.
    Não espere ser diferente, tratando a Bíblia de modo indiferente. A Bíblia jamais deve ser a segunda opinião sobre qualquer assunto. Tenha coragem para ser bíblico, pois qualquer outro caminho que o Ministério tomar tem como destino a ruína.
    Não se “atualize” em nome de um reconhecimento que não traz o aval do Céu.
    Que a Bíblia seja a base para decisões a serem tomadas neste dia. Elas nem sempre serão confortáveis, mas sempre serão o melhor.
    A Palavra algumas vezes vai acomodar, em outras incomodar; em qualquer circunstância, Ela deve ser sempre bem-vinda.

    “Cada qual tem de agora estudar a Bíblia por si mesmo, de joelhos perante Deus, com o coração humilde e dócil de uma criança, se quiser saber o que é que o Senhor dele requer. Por muito alto que qualquer pastor tenha estado no favor de Deus, se negligenciar seguir a luz que lhe é dada por Deus, se se recusar a ser ensinado como uma criancinha, entrará em trevas e enganos satânicos, e levará outros para o mesmo caminho.”– (CI, p. 342)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Negar a Si Mesmo!

    Tempo de Negar a Si Mesmo!

    Tempo de Negar a Si Mesmo!

    “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me.”
    Mateus 16.24

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    Certa vez comecei a ler um livro desafiador: “10 Coisas que Gostaria que Cristo Nunca Tivesse Dito”. Sim, o texto acima era uma delas.
    O cristianismo cresceu e tem crescido, mas a tentação de fazer ajustes nele cresce na mesma proporção. Há, hoje, uma forte tendência de um Evangelho self-service. Tipo “escolha o que lhe faz bem”. O que não nos confronta.
    Negar a si mesmo está, sem dúvidas, no pódio dos maiores desafios da vida cristã e, consequentemente, do Ministério. Por isso, muitos Ministros querem dar uma interpretação mais amena, mas não há saída teológica para a afirmação de Cristo registrada no texto acima.
    A questão não é negar algumas coisas a si mesmo, mas negar a si mesmo. É dizer “não” ao eu e “sim” a Cristo, repudiar o eu e reconhecer a Cristo como Senhor de nossas vidas.
    O orgulho é a raiz de onde brota tudo o mais que se opõe a Deus.
    O que é a autonegação? Ela não deve ser confundida com autoflagelo. Negar a si mesmo não é viver se punindo. Tem a ver com devolver a Cristo o governo na nossa existência e nos destronar. Sem dúvidas é um caminho doloroso, mas redentivo.
    Como já dizia C.S.Lewis: “A coisa mais terrível, quase impossível, é entregar o seu ser totalmente – todas as suas vontades e precauções – a Cristo.”
    Negar a si mesmo vai gerar muitas perdas, mas jamais sua perdição. Negar a si mesmo levará você pros bastidores, mas que importa, se Cristo está lá?

    “Há um quadro representando um boi parado entre um arado e um altar, com a seguinte inscrição: “Pronto para um ou para outro”, pronto para o trabalho do campo ou para ser oferecido sobre o altar do sacrifício. Tal é a posição do verdadeiro filho de Deus — pronto para ir aonde o dever o chama, negar-se a si mesmo, sacrificar-se pela causa do Redentor.” (CBV, p. 502)

    Autor Pr. Paulo Ki

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