Categoria: Meditação pastoral

  • Tempo de Urgência!

    Tempo de Urgência!

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    Tempo de Urgência!

    “Assim fala o Senhor dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada.”
    Ageu 1:2

    No tempo do profeta Ageu, havia quase que uma unanimidade de propósito. O templo do Senhor precisava ser reerguido, mas a sensação de que “Não veio ainda o tempo”, ofendeu a Deus.
    O Ministério vive hoje algo semelhante, pois é óbvia a necessidade urgente de um despertamento espiritual. O que temos hoje de vigor espiritual não nos fará ir muito longe – se é que temos pelo menos algum vigor para dar o próximo passo.
    Sabermos ser urgente a necessidade de sair deste terreno encantado que nos destrói mesmo nos fazendo parecer que estamos vivos, mas, à semelhança do povo daquela época, nos escondemos atrás do “Não veio ainda o tempo”, como se Deus estivesse disposto a guardar nossa ressurreição espiritual para um tempo profético específico. Na agenda de Deus, esse tempo é hoje.
    “Cristãos, se alguns de vocês são tentados a adiar algum serviço para Deus que está em seu coração, peço que lembrem das palavras de seu Senhor, e imitem a sua ação imediata, ‘É necessário que façamos as obras daquele que Me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo’(Jo 9.4)” (Charles Spurgeon, Exposition of Haggai).
    Uma vida que vive de adiamento da busca espiritual, logo será tomada de uma indolência espiritual difícil de se libertar. O tempo é agora! Interrompa esta leitura, dobre os joelhos e clame pelo reavivamento.

    “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Importa haver diligente esforço para obter a bênção do Senhor, não porque Deus não esteja disposto a outorgá-la, mas porque nos encontramos carecidos de preparo para recebê-la. Nosso Pai celeste está mais disposto a dar Seu Espírito Santo àqueles que Lho peçam, do que pais terrenos o estão a dar boas dádivas a seus filhos. […] Só podemos esperar um reavivamento em resposta à oração.” (ME 1, p. 121)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Cuidar Uns dos Outros!

    Tempo de Cuidar Uns dos Outros!

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    Tempo de Cuidar Uns dos Outros!

    “Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo”
    Provérbios 27:17

    Não há dúvidas, à luz da Bíblia, que impactamos a vida dos que estão ao nosso redor. Tornar melhor ou “afiar” os que nos cercam é realmente um gesto nobre, mas uma das tragédias dos dias atuais é a indiferença. Não queremos afiar ninguém porque há desgastes pessoais em quem afia. Afiar alguém às vezes vai custar fazê-lo melhor do que nós. Então preferimos golpear com força que cause dano, ao invés de usar o benefício mútuo de afiar.
    A ideia desse provérbio está claramente ligada à forma como as pessoas que estão ao nosso lado nos “afiam”, nos moldam.
    A arte de dividir o pódio é cada vez mais rara no Ministério ou, para os que foram um pouco mais profundo, alegrar-se com os que estão no pódio, mesmo não estando lá.
    Esta reflexão não é um chamado ao corporativismo, mas a desenvolver um senso espiritual que se importa de forma genuína com a luta espiritual dos que dividem a trincheira conosco.
    O Céu não ficaria feliz com nenhuma complacência de nossa parte com nossos pecados ou dos outros, mas o enchemos de igual tristeza ao não sermos sensíveis e operantes com as lutas dos que caminham esta jornada conosco.

    “Ao partilharmos de Seu Espírito, olharemos todos os homens como irmãos, com idênticas tentações e provas, caindo muitas vezes e lutando por se erguer novamente, combatendo contra o desânimo e as dificuldades, sedentos de simpatia e auxílio. Então nos aproximaremos deles de modo a não desanimá-los nem repeli-los, mas a despertar esperança em seu coração.” (CBV, p. 164-165)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Reconhecer e Apoiar os Jovens

    Tempo de Reconhecer e Apoiar os Jovens

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    Tempo de Reconhecer e Apoiar os Jovens

    “… Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes…”
    1 João 2:14

    No calendário eclesiástico da Igreja, hoje é comemorado o “Dia Mundial do Jovem Adventista”.
    Lembro de uma frase típica de algumas décadas atrás: “os jovens são o problema da igreja”. Essa visão equivocada nos trouxe sérios problemas e talvez tenha causado alguns atrasos.
    Houve uma resistência, no fundo irracional, quanto a “passar o bastão”, não sei se fruto de ciúmes ou de equívocos inocentes. Mas, enfim, com programas como Missão Calebe, Um Ano em Missão e muitos outros, entendemos que eles fazem grande diferença.
    Se você tiver a honestidade de pegar o seu planejamento, verá que os índices missionários mais elevados ocorrem quando o protagonismo está nas mãos deles, sem contar que, quando somos evidenciados para o público externo, em geral eles foram o trampolim.
    A Bíblia já dizia que eles são “fortes”. Se ainda há resíduos de desconfiança quanto ao potencial da juventude, isso é, no mínimo, injusto e antibíblico.
    Em geral, o “Dia Mundial do Jovem Adventista” é sempre um período de menos dor no mundo, pois eles saem para fazer a diferença. Por isso, Ministro, se os jovens ainda não fazem parte do seu “pelotão de elite”, reveja seus conceitos urgentemente.

    “Que se deve fazer para salvar a nossos jovens? Nós podemos fazer pouco, mas Deus vive e reina, e Ele pode fazer muito. Os jovens são nossa esperança para a obra missionária.”– (FEC 320)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Unção!

    Tempo de Unção!

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    Tempo de Unção!

    “O Senhor me guarde, de que eu estenda a mão contra o ungido do Senhor; agora, porém, toma a lança que está à sua cabeceira e a bilha de água, e vamo-nos.”
    1º Samuel 26:11

    Achar que a unção que recebi na Ordenação é vitalícia, no sentido de poder espiritual para o dia a dia de um Ministro, é, com certeza, um equívoco.
    Ordenação não é linha de chegada, mas ponto de partida. Ainda me lembro do dia da minha Ordenação, um dia muito especial. Esse selo no Ministério é, sem dúvida, cercado de circunstâncias especiais. Não podemos subestimar a importância desse momento. Talvez agora aquelas cenas especiais estejam vindo à sua mente.
    Um dia vi uma esposa de Pastor usar essa expressão: “Ungidos sem Unção”. Era o tema de um artigo que ela queria escrever para a Revista Ministério. Há muitos hoje que, infelizmente, vivem essa realidade. Tiveram a cerimônia da Ordenação, mas nunca buscaram uma dependência contínua de Deus. São formalmente ungidos, mas sem nenhuma unção.
    Saul foi um exemplo claro disso. O texto de hoje retrata a triste realidade de um ungido sem unção. Todos se lembravam da unção de Saul e ao mesmo tempo testemunhavam uma vida sem poder.
    Vergonhoso não é entregar a Credencial, mas viver vergonhosamente enquanto continua com ela.
    Que bom saber que Deus, dia a dia, nos oferece a oportunidade de mudarmos nossa realidade espiritual! Deus não quer de volta nossa Credencial, no fundo Ele quer de volta o nosso coração, para que vivamos de forma honrada com ela.

    “O Senhor necessita de homens de vida espiritual intensa. Cada obreiro pode receber uma dotação de forças do alto, e avançar com esperança e fé na estrada em que Deus o convida a andar. A Palavra de Deus permanece no jovem obreiro consagrado. Ele é pronto, zeloso, poderoso, tendo no conselho de Deus fonte infalível de provisão.” (OE, p. 64)

    Autor Pr. Paulo Ki
     

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  • Tempo de Espaço Para Mulheres no Reino!

    Tempo de Espaço Para Mulheres no Reino!

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    Tempo de Espaço Para Mulheres no Reino!

    “Aconteceu, a seguir, que Jesus andava por cidades e aldeias, pregando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Iam com ele os Doze e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos maus e enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; Joana, esposa de Cuza, administrador de Herodes; Suzana e muitas outras, que lhe prestavam assistência com seus bens.” 
    Lucas 8:1-3

    Discutir se há espaço para mulheres no serviço a Deus não é só antiquado – é, na verdade, antibíblico. Para se chegar a uma conclusão tão pobre seria necessário ignorar toda a Bíblia e, especialmente, o ministério de Jesus.
    As mulheres estiveram presentes no ministério de Cristo por escolha dEle e não por acidente. Haveria desafios métricos para mensurar os benefícios para o Reino derivados do trabalho feito pelas mulheres. Elas não só são maioria numérica, mas também em atividade e intensidade.
    Qualquer Pastor que tenha bom senso sabe o que a obra ministerial seria sem elas. Aliás, nem seria.
    Se o mundo tivesse se rendido às palavras e ao exemplo de Cristo no trato com as mulheres, a luta delas por igualdade seria apenas um assunto para os livros de história. Todos os registros dos encontros que Jesus teve com elas, desde as anônimas até sua mãe, não oferecem a mínima base para que ainda sobrevivam preconceito e distorções sobre o papel das mulheres.
    Jesus deixou um rastro de cura e restauração na história de cada uma delas. Comece de onde Ele “parou”, continue a história. O Pastor deve não só reconhecer a visível importância delas para o Reino, mas que relegá-las é uma ofensa ao Rei.

    “Devia haver sem dúvida um número maior de mulheres empenhadas na tarefa de ministrar à humanidade sofredora, reerguendo-a e educando-a agora para que creia — simplesmente para que creia — em Jesus Cristo nosso Salvador. E ao darem-se as almas ao Senhor Jesus, fazendo uma entrega completa, compreenderão a doutrina. …”– (BS, p. 143)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de a Bíblia Aparecer

    Tempo de a Bíblia Aparecer

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    Tempo de a Bíblia Aparecer

    “Então, disse o sumo sacerdote Hilquias ao escrivão Safã: Achei o Livro da Lei na Casa do Senhor. Hilquias entregou o livro a Safã, e este o leu. Então, o escrivão Safã veio ter com o rei e lhe deu relatório, dizendo: […] O sacerdote Hilquias me entregou um livro. E Safã o leu diante do rei.Tendo o rei ouvido as palavras do Livro da Lei, rasgou as suas vestes.”
    2º Reis 22:8-11

    O que acontece quando a Bíblia desaparece do Ministério? A ausência física ou a indiferença à sua presença física podem ter consequências nefastas.
    No texto acima, vemos um episódio singular nas Escrituras, quando é narrado o primeiro encontro do rei Josias com a Palavra de Deus. Se retrocedermos um pouco a história, perceberemos uma notável apostasia que se relacionava diretamente com o distanciamento das Escrituras.
    Quando deixamos de ser confrontados pela Palavra, pela sua não existência, pela escassez ou por simples indiferença, a nossa vida toma caminhos tortuosos.
    Hoje a Bíblia ainda é o Livro mais vendido no mundo, o acesso a um exemplar não é custoso, sem falar virtualmente, porém a indiferença à sua relevância tem diminuído de forma drástica, e, porque não admitir, até mesmo no Ministério, pois se a Bíblia desaparece do Ministério, sem dúvida tal “ministério” está com os dias contados.
    O rei foi profundamente impactado quando teve contato com a Palavra. Devemos propiciar esse encontro de forma diária em nossa vida, e escolher a submissão quando formos confrontados pela Palavra.
    Qual é a sua visão da Palavra de Deus? Ela é um Livro que tem soberania sobre suas escolhas?
    Às vezes o nosso encontro com a Bíblia é desafiador e os seus “nãos” são difíceis de engolir, mas, acredite, a orientação que ela dá é sempre o melhor caminho.
    Quando um Pastor deixa esse Livro ficar comum em sua vida, não espere nada de incomum desse Ministério.

    “A verdade divina deve ser o objeto de sua contemplação e meditação. Deve considerar a Bíblia como a voz de Deus a ele falando diretamente. Achará assim a sabedoria que é divina.”– (AA, p. 266)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Não Ser Escravo dos Números!

    Tempo de Não Ser Escravo dos Números!

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    Tempo de Não Ser Escravo dos Números!

    “Meus amados filhos, novamente estou sofrendo como que com dores de parto por vossa causa, e isso até que Cristo seja formado em vós.”
    Gálatas 4:19

    “Meus amados filhos, novamente estou sofrendo como que com dores de parto por vossa causa, e isso até que Cristo seja formado em vós.”
    Gálatas 4:19
     
    Não tenha fobia das boas estatísticas. Os números não querem dizer tudo, mas seria tolo dizer que eles não querem dizer nada.
    Quer medir a eficiência do seu Ministério? Use mais do que a calculadora – observe se as vidas que “você” desenvolveu, estão “desenvolvendo” outras vidas.
    Uma produção ininterrupta de Cristo na vida das pessoas deve ocupar posição privilegiada no nosso Ministério.
    Discipulado não é um território onde escondemos as desculpas para não avançar, tampouco um lugar que reveste nossos equívocos com o carimbo de Deus.
    Cristo em cada vida – esse evento em cadeia não pode ser interrompido, nem mesmo pelas mais vis tentativas do inferno.
    A fobia do inimigo não é termos boa estatística, mas ele estremece diante da ideia de que Cristo está impregnado nelas.
    Esta reflexão não traz a ideia de que a única forma de obter qualidade é reduzindo a sua quantidade de números, mas sim, nunca se desviando, ainda que por um milímetro, dos métodos de Cristo.
    Acusar a Bíblia de ser omissa com os números só pode nascer de um coração que foi omisso em sua leitura.
    DEUS QUER NÚMEROS EXPLOSIVOS, DEUS QUER ATÉ O ÚLTIMO CORAÇÃO, MAS JAMAIS FORA DOS CAMINHOS QUE ELE DEIXOU PRESCRITOS.

    “A alma redimida e purificada do pecado, com todas as suas nobres faculdades consagradas ao serviço de Deus, é de inexcedível valor; e há alegria no Céu, na presença de Deus e dos santos anjos, sobre uma alma resgatada — alegria que se exprime em cânticos de santo triunfo.”– (CC, p. 126)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Resgatar o Sacerdócio da Família!

    Tempo de Resgatar o Sacerdócio da Família!

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    Tempo de Resgatar o Sacerdócio da Família!

    A família carece de liderança espiritual, e pais e mães têm papéis igualmente importantes no bom desenvolvimento da família. Mas sobre o pai foi confiada a condução espiritual do lar.
    Ele, de fato, é um sacerdote na família. Lógico que a mãe tem um papel essencial, e talvez até mais profundo, na formação do caráter dos filhos, mas o pai, como um maestro, deve conduzir esse processo de forma harmônica.
    Ele não faz tudo sozinho, mas protagoniza as iniciativas. Por exemplo:

    • Incentivar a leitura individual da Bíblia;
    • Reunir a família para o culto familiar;
    • Adquirir literatura espiritual para sua família;
    • Orar com a esposa;
    • Orar com os filhos.

    Não transfira, nem negligencie esse sacerdócio. Algumas vezes ele parecerá árduo, e de fato o é, mas é profundamente compensador.
    Resgate ou consolide tal sacerdócio de forma corajosa, e urgentemente tome as “rédeas” da condução de sua família. Não deixe que pensamentos de desânimo obstruam esse propósito.
    Onde Deus está presente, há solução. Tome hoje medidas práticas para começar a reverter a sua situação espiritual, bem como da sua família.

    “Ao cumprir fielmente seu dever em casa, o pai como sacerdote da família, a mãe como sua missionária, estarão multiplicando as forças para fazer o bem fora do lar. Ao aproveitar suas faculdades, se tornarão mais capacitados para trabalhar na igreja e vizinhança. Ligando os filhos a si e a Deus, os pais, as mães e os filhos tornam-se coobreiros de Deus.” (TS3, p. 107)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo Perigoso Para a Família

    Tempo Perigoso Para a Família

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    Tempo Perigoso Para a Família

    Nos discursos, principalmente nos cristãos, a família continua ocupando o topo da prioridade. Na verdade, nós não temos dificuldades de reconhecer isso, o problema maior é tornar isso real no nosso dia a dia.
    No texto de hoje, vemos um homem chorando pelo ataque sofrido pela sua família e pela família dos seus liderados, e seguindo a isso uma disposição de batalhar pelo resgate da família.
    Hoje a família está visivelmente sob ataque de:
    • Leis que conspiram contra ela;
    • Uma mídia que, de forma intensa e sistemática, tenta fazer ruir os seus fundamentos;
    • Organizações que têm como objetivo fazer naufragar essa importante instituição;
    • Um sistema educacional que enfraquece, de forma coordenada e não disfarçada, a família tradicional.

    E parece que a família ministerial sofre todos esses ataques de maneira acentuada.
    Precisamos de homens que se levantem de forma corajosa para lutar por sua família, que estejam dispostos a sacrifícios em nome da defesa de sua família. O inimigo não baixará seu arsenal, por isso precisamos melhorar as nossas defesas.

    “Estamos preparando a nós mesmos e a nossa família para compreender a posição de nossos adversários e seus modos de ataque? Nossos filhos estão formando hábitos de decisão, para poderem ser firmes e inflexíveis em toda a questão de princípio ou dever? Oro para que todos nós possamos compreender os sinais dos tempos, e que de tal maneira preparemos a nós e aos nossos filhos, que, na hora do conflito, Deus possa ser o nosso refúgio e defesa. — The Review and Herald, 23 de abril de 1889. – (OC 364)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 2)

    Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 2)

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    Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 2)

    Dicas para evitar uma geração que não conheça o Senhor:

    1. A Bíblia deve ser um elo não negligenciado do berço aos cabelos brancos. Se a família esquecer, a igreja deve lembrar;
    2. Oração se desperta pela instrução e pelo exemplo. Não espere ver seus filhos orando se eles não veem você orando;
    3. Comunhão e Missão não são presentes para a maioridade dos nossos filhos. Começam no ventre e, na maioridade, que eles escolham continuar priorizando isso;
    4. Crie seu filho para servir. O protagonismo é dos pais, mas, mesmo como coadjuvante, a igreja tem um papel importantíssimo nisso;
    5. A paixão pela missão não nascerá no coração dos nossos filhos sem intencionalidade. Comece desde cedo, porque mais tarde pode ser tarde demais;
    6. A fidelidade nos dízimos e ofertas não começa com o primeiro salário do seu filho, mas com a mesada que, desde bebê, ele leva ao altar com a sua ajuda, mesmo sem saber o que está acontecendo;
    7. Não reclame da escravidão virtual dos seus filhos, pois, se olhar bem, talvez você seja colega de cela dele. Sejam o passatempo preferido um do outro;
    8. A pedagogia do NÃO precisa ser mais praticada. Excesso de sim produz superficialidade;
    9. É um grande equívoco alimentar as novas gerações com coisas superficiais. Elas não estão clamando por coisas rasas, mas para sair delas;
    10. Não devemos ter medo de passar a tocha para as novas gerações. Se já tivéssemos feito isso, talvez ela já estivesse mais longe.

    “Os pais não devem negligenciar de sua parte nenhum dever para beneficiar seus filhos. Devem educá-los de tal maneira, que venham a ser uma bênção para a sociedade aqui, e possam colher a recompensa da vida eterna no porvir.”– (CE, p. 43)

    Autor Pr. Paulo Ki

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