Categoria: Meditação pastoral

  • Tempo de Um Ministério Sem Máscaras

    Tempo de Um Ministério Sem Máscaras

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    Tempo de Um Ministério Sem Máscaras

    “E disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome. E lhe chamou Israel.”
    Gênesis 35:10

    Todos conhecemos a história de Jacó, e que numa parte da sua vida o significado do nome, “enganador”, lhe cabia bem. Para receber a bênção do seu pai, usou um artifício carregado de mentira.
    O texto acima apresenta o dia em que a trajetória desse homem sofreu uma mudança na essência. Essa não era a primeira experiência de Jacó com Deus, mas foi o dia em que ele entendeu que, às vezes, para haver o milagre que precisamos, a primeira coisa a fazer é tirar as máscaras.
    Não se engane: as máscaras não funcionam com Deus. Nossas manipulações podem até atrair a atenção dos homens, mas Deus nos conhece na nossa essência. Sem essa autoexposição, não há possibilidade de genuína transformação.

    Quais são os problemas das máscaras?

    1. Elas são uma declaração íntima de que não queremos um novo coração, pois fingir é mais confortável;
    2. Um Ministério com máscaras será sempre desprovido de poder, pois é uma farsa;
    3. Máscaras constroem reputação; exposição plena à Graça de Deus transforma caráter;
    4. Máscaras são pesadas e a cada dia que a usamos elas ganham robustez.

    Neste dia, exponha-se ao toque restaurador de Deus, leve a Ele todas as suas máscaras ou, se você acha que não as tem, leve a Ele a máscara do autoengano.

    “Foi pela fé e oração que Jacó, de homem fraco e pecador, com o auxílio de Deus se tornou um príncipe. É assim que vos podeis tornar homens e mulheres de santo e alto ideal, de vida nobre, homens e mulheres que por motivo nenhum se deixarão transviar da verdade, do direito e da justiça.”– CBV, p. 511.2

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  • Tempo de Ser Irrepreensível!

    Tempo de Ser Irrepreensível!

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    Tempo de Ser Irrepreensível!

    “É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível…”
    1 Timóteo 3:2

    Quando Paulo, escrevendo ao jovem pastor Timóteo, encabeça a lista de qualidades de um Ministro com “… seja irrepreensível…”, ele sintetiza bem que o Ministério é uma vitrine, e disso não podemos fugir.
    Algumas vezes as cobranças serão desproporcionais e, em outros momentos, parece que o olhar indiferente da igreja nos deixa acomodados demais.
    Quem está no Ministério deve entender que nesse combo está incluído ser vitrine e ser vidraça. Está embutido de forma que não dá para dissociar, pois, como mais tarde Paulo vai lembrar ao jovem pastor: “… torna-te o exemplo dos fiéis…” (1 Timóteo 4:12).
    Isso não é algo do qual podemos tirar férias, e se tal fidelidade não passar de uma máscara, ninguém terá forças para usá-la a vida toda. Sem falar que o que realmente somos está sempre diante de Deus.

    Três importantes conselhos sobre fidelidade:

    1. Não pode ser uma fidelidade seletiva, ou seja, ser fiel só com aquilo que não me custa nada, que não me tira da zona de conforto;
    2. O alvo da nossa fidelidade não deve ser o aplauso humano. Precisamos ser fiéis ainda que que Deus seja a única “plateia”;
    3. Deixe sua fidelidade inspirar outros. Não podemos querer uma igreja mais missionária quando nossa vida de missão é medíocre, ou desejar uma igreja mais dependente de Deus quando temos uma comunhão sofrível. Nem esperar os tesouros da casa de Deus cheios, quando há pouco dos nossos recursos lá.

    “Cristo estará com todo o ministro que, embora não tenha alcançado a perfeição de caráter, está procurando com o maior fervor tornar-se semelhante a Cristo.” (TM, p. 143)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Vigiar (parte 2)

    Tempo de Vigiar (parte 2)

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    Tempo de Vigiar (parte 2)

    “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.”
    Tiago 4:7

    Continuando a meditação de ontem sobre o _top 10_ das armadilhas mais perigosas para o Ministério, seguimos com:

    7. Não perca a convicção do Chamado, pois depois disso a escada que existe é só decadente;
    8. Não faça concessões com seus princípios, pois é uma negociação em que nunca se ganha;
    9. O descuido com as finanças e os seus desdobramentos ainda têm a medalha de bronze no pódio da desgraça;
    10. Nunca deixe os aplausos dos homens fazerem você avançar um milímetro sequer contrário aos desígnios de Deus para o seu Ministério.

    Que Deus, por meio da Sua Palavra, seja o balizador das suas escolhas.
    As armadilhas são muitas e se multiplicam e se inovam a cada dia. O nosso Escudo contra elas continua sendo o mesmo: DEUS. Que, de forma prática, Ele seja entronizado em nós pela Sua Palavra, por uma vida de oração consistente e por uma paixão em servi-Lo na Missão.

    “Ministros de Cristo, que tendes vós a contar quanto a vós mesmos? Que conflito de alma experimentastes vós, que se tornou em bem para vós, para outros, e para a glória de Deus? Vós, que professais estar proclamando a última e solene mensagem de misericórdia ao mundo, qual é vossa experiência no conhecimento da verdade, e quais têm sido seus efeitos sobre o vosso próprio coração? Acaso vosso caráter testifica em favor de Cristo? Podeis vós falar da influência da verdade como é em Jesus, a qual refina, enobrece e santifica?” (OE, p. 273)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Vigiar (parte 1)

    Tempo de Vigiar (parte 1)

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    Tempo de Vigiar (parte 1)

    “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”
    1 Pedro 5:8 (ARC)

    1. Qualquer Ministério que subestime a importância da Bíblia tem vida curta ou média, porém sem poder;
    2. Um Ministro sem vida de oração consistente é uma presa fácil. Aliás, ele caminha voluntariamente para as algemas do inimigo;
    3. Um Ministério sem foco na Missão não está vivo, mas “vivendo” uma sobrevida;
    4. Se sua família não é seu primeiro rebanho, não tenha sonhos a longo prazo no Ministério;
    5. O único lugar ao sol que o Ministro deve ansiar é ao Sol da Justiça. Qualquer outra exposição é um caminho para a queda;
    6. Na Bíblia, vejo o homem mais sábio da terra (Salomão), o homem segundo coração de Deus (Davi) e o mais forte (Sansão) sucumbirem ao sexo oposto. Quem somos nós para nos sentir imunes?

    “Sabe que Deus tem ordenado que os ministros sejam um meio poderoso para a salvação de almas, e que eles só poderão ser bem-sucedidos em sua obra à medida que permitem que o Pai eterno lhes domine a vida. Procura, portanto, com toda a sua habilidade, induzi-los a pecar, sabendo que seu cargo torna o pecado neles mais excessivamente maligno; pois, pecando, tornam-se eles próprios ministros do mal.” (OE, p. 124)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Um Deus Soberano!

    Tempo de Um Deus Soberano!

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    Tempo de Um Deus Soberano!

    “Confiai no Senhor perpetuamente; porque o SENHOR DEUS é uma rocha eterna.”
    Isaías 26:4

    Em algum momento precisaremos escolher o lugar de Deus em nosso Ministério, se daremos a Ele o merecido protagonismo ou se Ele continuará sendo coadjuvante.
    Carrego o receio que, de forma inconsciente, O tratemos como mero figurante. Não é difícil pronunciar as frases “Deus está no comando”, “Deus está no controle”, mas torná-las reais em nossa vida é um desafio bem maior.
    Às vezes é duro concluir que nossa fé estava precisando de “revisão”, por subentendermos que Ministério e fé deveriam ter um link automático.
    O problema maior não é acreditar que Deus está no controle, mas saber que isso significa que o controle não está em nossas mãos (na verdade, nunca esteve).
    O texto de hoje nos desafia a confiar no Senhor e, logo após, nos lembra que Ele é “uma rocha eterna”. Não se sinta vencido hoje ao se deparar com sua vulnerabilidade.
    Clame por mais confiança e que, pela graça de Deus, aprendamos a nos abrigar na Rocha Eterna. Nos registros da história, não há NADA que indique que as coisas saíram, ainda que por um momento, do controle de Suas Mãos.

    “É demasiado fraco o apego que os embaixadores de Cristo muitas vezes têm às realidades eternas. Se os homens andarem com Deus, Ele os esconderá no abrigo da Rocha. Assim abrigados, podem ver a Deus tal como Moisés. Pelo poder e luz que Ele comunica podem compreender e realizar mais do que seu finito julgamento havia considerado possível.” (AA, p. 202)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • É Tempo de Cuidado

    É Tempo de Cuidado

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    Tempo no Deserto!

    “Eu Sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a Sua vida pelas ovelhas” João 10:11

    O tema de hoje nasceu da afirmação de uma jornalista ao falar sobre a vulnerabilidade dos médicos em algumas regiões específicas, em meio à pandemia.
    Não foi difícil relacionar com o Ministério em momentos como este, pois cresce o número de corações inseguros, ansiosos e até mesmo desesperados de ombros humanos. Além dos psicólogos, o Pastor tem sua demanda bem mais intensa em dias assim.
    Por isso, o título da meditação de hoje: “É Tempo de Cuidado!” é pertinente.
    Quero dividir os conselhos sobre este tema em duas vertentes:

    1. Deus cuida:

    – O Pastor dos pastores sabe que você é humano e lhe suprirá de forças;
    – O colo dEle sempre estará disponível;
    – Aponte os ombros dEle para toda alma temente nesse momento;
    – Ele estará sempre disponível.

    2. Você se cuida:

    – Passe tempo cuidando dos outros. Isso faz você esquecer momentaneamente de si mesmo;
    – Não gaste muito tempo vendo noticiários catastróficos, que às vezes são até fake news;
    – Exercite-se;
    – Dedique tempo para animar sua família (de perto ou de longe);
    – Alimente-se bem;
    – Tenha um conselheiro em dias assim, um profissional ou alguém em quem você confia.

    Saiba que Deus cuida dos que estão cuidando do Seu rebanho. Ele cuidará de você.

    “A cada obreiro eu diria: Marchai com humilde fé, e o Senhor irá convosco. Mas vigiai em oração. Este é o segredo do vosso trabalho. O poder é de Deus. Operai confiando nEle, lembrando-vos de que sois coobreiros Seus. Ele é o vosso Ajudador. Vossa força vem dEle. Ele deve ser vossa sabedoria, justiça, santificação e redenção.” (CSS, p. 27)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo no Deserto!

    Tempo no Deserto!

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    Tempo no Deserto!

    “…para saber o que estava em teu coração”
    Deuteronômio 8:2 – ARC

    Alguém disse que “mares calmos não produzem bons marinheiros”. Na lida ministerial, muitos só querem ter como professores os “mares tranquilos”. Negam-se a sorver a pedagogia do deserto.
    Não quero afirmar que a bonança nos impossibilita de aprender, porém os dias de prova trazem lições que, ao que parece, de outro modo não nos deixariam tão atentos.
    Hoje não quero provocar o anseio por dias difíceis, mas apenas que tentemos extrair o melhor deles, já que são inevitáveis.
    A experiência de Israel no deserto é uma prova incontestável disso. No texto de referência de hoje, Deus declara o Seu anseio por, naquela situação desconfortável, conhecer o que havia no coração do Seu povo.
    O dia a dia do Ministro tem doses elevadas de momentos desafiadores. Sob ângulos diferentes, as provas são nossas companheiras, e às vezes a dor é tão intensa que nem enxergamos ser ela mais uma disciplina da grade curricular de Deus na nossa formação.
    Não ore por dias difíceis (nem por dias fáceis), e sim por um coração atento e fortalecido.

    Como ter um coração que aprende no deserto?

    1. Fazendo a pergunta certa: Para quê?
    2. Trazendo a circunstância para o crivo da Palavra de Deus;
    3. Pedindo a Deus, humildemente, que o faça perceber como essa situação pode lhe ajudar a crescer.

    O deserto forma, não deforma. Já que a passagem por ele nem sempre pode ser evitada, faça dele seu professor.

    “Se não glorificavam a Deus em suas provações e adversidades, em suas viagens através do deserto para Canaã, enquanto Deus lhes dava contínuas e inequívocas evidências de Seu poder, glória e cuidado por eles, não poderiam engrandecer-Lhe o nome e glorificá-Lo quando se estabelecessem na terra de Canaã, cercados de bênçãos e prosperidade.” (T2, p. 106)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Equilíbrio na Autoestima!

    Tempo de Equilíbrio na Autoestima!

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    Tempo de Equilíbrio na Autoestima!

    “… digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém…”
    Romanos 12:3

    Tenho visto, não raras vezes, que esse verso tem sido esquecido, e as consequências nunca são de dimensões pequenas.
    O Ministro pisa em terreno perigoso quando acha que a Igreja (administração e membros) está em débito com ele.
    Não há problema em “ambicionar” servir mais ou ir além. Um pastor nunca pode perder o desejo de crescer e, consequentemente, de servir.
    Não quero motivar a autopiedade ou o derrotismo, isso não é bíblico. Porém, nada pode nos impulsionar mais do que saber que um Deus que de nada precisa, escolheu “precisar” de nós! Mas, quando pensamos sobre nós mais do que realmente somos, caminhamos sobre “areia movediça”, e afundar se torna inevitável.
    Veja alguns perigos próprios do excesso de autoestima:

    ✓ Em vez de ser um caçador de vidas para salvar, torna-se um caçador de recompensas;
    ✓ Ambiciona posto para ser visto, não de serviço;
    ✓ Torna-se um “autopromotor”, e foge de uma vida de “autossacrifício”;
    ✓ Nunca há reconhecimento suficiente, mas o sentimento de que estão lhe devendo algo;
    ✓ Consome-se com o outro que está em evidência. Pergunta-se: Por que não eu?
    ✓ Sempre tem à mão uma lista de defeitos do seu “concorrente”;
    ✓ “Crê” que Deus dirige a Obra, mas que, se realmente Deus for sábio, ele, o Ministro, será a escolha certa.

    “O orgulho, a confiança própria, o amor do mundo, o criticismo, o rancor, a inveja são os frutos que apresentam muitos que professam a religião de Cristo. Sua vida, em evidente contraste com a vida do Salvador, não raro dá mau testemunho do caráter da obra ministerial sob a qual se converteram.” (AA, p.171)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Separar Tempo!

    Tempo de Separar Tempo!

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    Tempo de Separar Tempo!

    “E Ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam, e vinham, e não tinham tempo para comer.”
    Marcos 6:31

    “E Ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam, e vinham, e não tinham tempo para comer.”
    Marcos 6:31
     
    Em outra meditação já falamos sobre o perigo da ociosidade. Esta meditação não se contrapõe à anterior, mas são verdades complementares.
    No texto acima, Jesus não está propondo um freio no avanço do Seu Reino, mas, para que o crescimento do Reino seja efetivo, é preciso passar mais tempo com o Rei.
    Muitos acham que será desculpável deixar Cristo para trás se nossa ocupação for de cunho “espiritual”! É paradoxal, mas, em nome de Deus, se esquece de Deus.
    Fuja da ociosidade, mas também fuja do labor desprovido de comunhão. A ocupação em excesso é tão perigosa, quanto uma mente desprevenida pelo ócio.
    Não deixe o serviço lhe roubar a comunhão. Eis três segredos para isso:

    1. Crie pausas para passar tempo com Deus. Pode até soar como tempo “perdido”, mas evitará que você se perca;
    2. Não tenha descaso com o descanso, o custo disso é muito alto. Refiro-me aqui ao descanso também biológico (saúde);
    3. Bíblia e oração. Ocupe-se nisso e haverá força para o resto.

    Muitos que deixaram as fileiras do Ministério não tinham como problema a preguiça, mas um labor desenfreado, desprovido de equilíbrio. Esgotaram-se “para Deus” e se orgulhavam disso, mas foram surdos ao convite constante de Jesus “… Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco.” (Marcos 6:31 – ARC).
    PARE um pouco agora, antes que tenha de parar para sempre.

    “O Senhor necessita de homens de vida espiritual intensa. Cada obreiro pode receber uma dotação de forças do alto, e avançar com esperança e fé na estrada em que Deus o convida a andar. A Palavra de Deus permanece no jovem obreiro consagrado. Ele é pronto, zeloso, poderoso, tendo no conselho de Deus fonte infalível de provisão.” (OE, p. 64)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Erguer Muros!

    Tempo de Erguer Muros!

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    Tempo de Erguer Muros!

    …mas há um amigo mais chegado do que um irmão.”
    Provérbios 18:24

    O Pastor precisa construir muros para proteger seu Ministério. Esses muros desempenham um papel específico para dificultar, e até mesmo impedir, a escalada do inimigo na tentativa de fazer o nosso Ministério ruir. Posso citar: comunhão, família,
    equilíbrio no trabalho e cuidado com janelas da alma (o que se vê e ouve).
    Hoje, contigo, quero falar sobre desenvolver uma rede de amigos. Chame de qualquer nome. Aqui, chamamos de PGP (Pequeno Grupos Pastores). Pode ser algo informal mesmo, contanto que seja um lugar:

    1. Onde você não tenha medo de se mostrar vulnerável;
    2. Onde um pedido de oração mais íntimo não será um escândalo;
    3. Onde você tenha intercessores;
    4. Onde o relacionamento com Deus seja sempre um tema atual;
    5. Onde, se for necessário chorar, haverá ombros;
    6. Onde, se você estiver na beira do abismo, muitas mãos vão, de pronto, prestar socorro;
    7. Onde lhe ajudem, não só a crescer como pessoa, mas também nos desafios ministeriais.

    Forme um grupo desse, não de desabafos ácidos, mas de apoio mútuo, um lugar onde Cristo goste de estar. Esse muro é valioso, pois nos dias em que nada parecer valer a pena, ele estará lá para impedir um desatino.
    Quantos Ministérios ainda estariam em pé se tivessem encontrado um lugar assim… Sabemos que Deus é quem nos sustenta em última instância, mas essas pessoas podem ser instrumentos de Deus para isso.

    “O desejo de amor e simpatia é implantado no coração pelo próprio Deus. Cristo, na hora de Sua agonia no Getsêmani, ansiou pela simpatia de Seus discípulos.” (AA, p. 254)

    Autor Pr. Paulo Ki

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