Categoria: Meditação pastoral

  • Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 1)

    Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 1)

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    Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 1)

    Dizem que virão gerações mais rasas, mas já há uma parte sólida que indica que não há mais para onde descer. Já me vi ansioso com a ideia de que há lugares mais baixos para descer.
    É bem verdade que não se pode transferir vida espiritual, mas é fato que, quanto menos comprometida é a geração que antecede, a próxima tem menos profundidade.
    Por isso o salmista fala de “contar” para as próximas gerações. Quanto mais Deus for protagonista na geração que se vai, mais forte é a possibilidade da geração seguinte.
    O Ministro cuida da geração vindoura quando prioriza Deus na geração atual. Cuidamos da nova geração com púlpitos fortes com literatura bíblica bem fundamentada.
    Pesquisa feita pelo Grupo Barna, nos Estados Unidos, constatou que menos de um por cento da jovem população aceita a Bíblia. Um outro estudo constatou que “quando ambos os pais eram fiéis e ativos na igreja, 93 por cento de seus filhos permaneceram fiéis. Quando apenas um dos pais era fiel, 73 por cento de seus filhos permaneceram fiéis. Quando nenhum dos pais era particularmente ativo, apenas 53 por cento dos seus filhos permaneceram fiéis. Nos casos em que ambos os pais não eram ativos de forma alguma e só frequentavam a igreja de vez em quando, o percentual caiu para apenas 6 por cento”.
    Você se preocupa com as novas gerações? Então, Ministro, jamais negligencie a atual.

    “Era o propósito de Deus que, quando os filhos das gerações posteriores perguntassem a significação do arco glorioso que abrange os céus, repetissem seus pais a história do dilúvio, e lhes dissessem que o Altíssimo distendeu o arco, e o colocou nas nuvens como uma segurança de que as águas nunca mais inundariam a Terra. Assim, de geração a geração testificaria do amor divino para com o homem, e fortaleceria sua confiança em Deus.”– (PP, p. 66)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Piedade Prática

    Tempo de Piedade Prática

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    Tempo de Piedade Prática

    “…Exercita-te a ti mesmo em piedade…”
    1 Timóteo 4:7B

    A piedade deve ser exercitada, ou então enferruja. O campo filosófico é fascinante, mas se os conceitos não tomarem vida, não passarão de coisas admiráveis que não operam mudanças.
    Não e suficiente o Ministro apenas tentar convencer o rebanho de que a comunhão é um bom caminho – as ovelhas precisam nos ver andando nesse caminho.
    Somos mestres em passar dever de casa para outros, em elaborar fórmulas eficazes, enquanto nossa própria piedade jaz adormecida, quase sem sinais vitais.
    Mas, o que é piedade? Atentemos brevemente ao significado da palavra “piedade”. Ela vem do grego “eusebeia”, e esta é a junção de duas palavras: “eu”, que significa “bom ou correto”, e “sebomaie”, que significa “adorar”. Assim, piedade é adorar bem ou corretamente.
    Portanto, exercite a adoração correta. E uma das mais fortes expressões de piedade é viver uma vida de adoração, e não enclausurar seu significado em uma religiosidade externa.
    Os músculos da piedade não brotam de esteroides que mascaram um aparência de força, mas se diluem ante o menor teste real.
    Já está mais que comprovado que o exercício ajuda a vida espiritual. Mantenha sua adoração em movimento, para não engrossar a fila dos que parecem, mas não são.

    “Quando as lições da Bíblia são aplicadas na vida diária, exercem profunda e duradoura influência sobre o caráter. Timóteo aprendeu e praticou essas lições. Não tinha talentos particularmente brilhantes; mas sua obra era valiosa porque ele usava no serviço do Mestre as habilidades que Deus lhe dera. Seu conhecimento da piedade prática distinguia-o dos outros crentes, e dava-lhe influência.”– {AA, p. 114)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Manter os Fundamentos

    Tempo de Manter os Fundamentos

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    Tempo de Manter os Fundamentos

    Enquanto escrevia, autor do Salmo via que os fundamentos estavam destruídos.
    A palavra usada por Davi é “shathah”, que pode ser usada tanto para a fundação de uma construção quanto para a sua sustentação.
    Esta reflexão não tem a intenção de provocar um saudosismo a respeito de como as coisas funcionavam, mas lembrar que os princípios que sustentam o nosso Ministério e tudo o que ele abarca devem ser protegidos.
    Todas as vezes que negociamos valores em nome de uma suposta modernização, colocamos sob ameaça aquilo que foi erguido com preço muito alto.
    Os grandes abismos que têm tragado muitos Ministérios são frutos de pequenas concessões que jamais deveriam ter sido feitas. Ministros que não suportam a pressão para se amoldar aos dias atuais, ou devem pedir por resistência ou não mais deveriam estar nas trincheiras.
    Podemos reagir de duas maneiras ao vermos os fundamentos serem destruídos:

    1. Indiferença, ou seja, “que outros se preocupem, não eu”;
    2. Resistência, ou seja, “se Deus Se importa, eu me importo”.

    Mas lembre que fundamentos são o que nascem da Escritura, e não dos nossos achismos. Nossa liturgia dele ser definida pelos fundamentos da Palavra. Nossas estratégias missionárias devem ser geradas pelos princípios bíblicos.
    Nunca esqueça que qualquer ataque aos fundamentos é um ataque a quem os lançou, e qualquer omissão diante desses ataques é um “fogo amigo” contra o próprio Céu.
    Um Ministério que não é pautado pela Palavra, não passa de uma coleção de equívocos, não importa quão próspero ele pareça.

    “Os mesmos princípios de piedade e justiça que deviam orientar os líderes entre o povo de Deus nos dias de Moisés e de Davi, deviam ser igualmente seguidos por aqueles a quem foi entregue o cuidado da recém-organizada igreja de Deus na dispensação cristã. Na obra de ordenar as coisas em todas as igrejas, e na ordenação de homens capazes para agir como oficiais, os apóstolos se orientaram pelas altas normas de governo esboçadas no Antigo Testamento.”(AA, p. 52)

    Autor Pr. Paulo Ki

     

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  • Tempo da Comunhão com Deus em Primeiro Lugar!

    Tempo da Comunhão com Deus em Primeiro Lugar!

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    Tempo da Comunhão com Deus em Primeiro Lugar!

    Se fôssemos fazer uma escala das batalhas mais cruéis e desafiadoras do mundo masculino e, consequentemente, do Ministério, sem dúvida os aspectos da sexualidade ocupariam o topo.
    Porém, o que esquecemos é que o crescimento em larga escala das quedas nessa área é devido à negligência na comunhão com Deus, pois isso abre facilmente todas as portas para todos os tipos de pecados.
    Então eu diria que o primeiro muro protetor do homem em suas batalhas é, sem dúvidas, a sua comunhão com Deus por meio da Bíblia, da oração e do envolvimento na Missão.
    Na autópsia de toda queda moral há uma Bíblia fechada e uma vida de oração rasa.
    Sim, devemos fechar a porta para esse arsenal contra o homem e sua pureza. Existem dicas promissoras para sermos exitosos, e que, se somadas à dependência de Deus, nos fariam vitoriosos.
    Os primeiros passos dessas batalhas devem ser em direção à comunhão, aquela poderosa armadura sugerida por Paulo em Efésios 6.
    Não podemos subestimar nenhuma armadilha que o inimigo forja contra nós e o nosso Ministério, porém o pior mesmo é as armadilhas nos encontram desprovidos de força espiritual.
    Um Ministro que não tem como prioridade as disciplinas espirituais está construindo a curto prazo uma história de fracassos que nem sempre serão públicos, mas que Deus será sempre espectador.

    “A resistência à tentação deve partir do homem, que por sua vez deve obter de Deus o poder. De um lado se acham sabedoria infinita, compaixão e poder; do outro, debilidade, pecaminosidade e incapacidade absoluta.”(AA, p. 270)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Recomeçar Mais Uma Vez!

    Tempo de Recomeçar Mais Uma Vez!

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    Tempo de Recomeçar Mais Uma Vez!

    “Mas ide, dizei a Seus discípulos, e a Pedro, que Ele vai adiante de vós para a Galileia; ali O vereis, como Ele vos disse.”
    Marcos 16:7

    No texto de hoje, lá estava Pedro, ciente dos seus fracassos (mais um para a coleção) – talvez já conjugando Ministério no passado, pois havia falhado de forma flagrante com Cristo; talvez sem mais se sentir parte do grupo seleto dos doze (agora onze, e talvez, pelo pessimismo que o rondava, seriam somente 10).
    Porém, a Graça de Deus mostra-se de forma personalizada. O anjo enviou a Pedro uma mensagem particular, pois as palavras: “Mas ide, dizei a Seus discípulos, e a Pedro…” seriam redundante, afinal, Pedro era um discípulo.
    Jesus sabia que aquele apóstolo vivia um dos seus momentos mais difíceis, crendo que seu fracasso o havia amputado do Ministério, mas a surpreendente Graça de Deus estendeu-lhe a Mão da misericórdia. Ele havia negado Jesus, por isso não mais se sentia digno do Ministério, porém Deus não havia desistido de Pedro, pois “Ele não desiste dos que desistem”.
    Talvez, como Pedro, você se sinta indigno do Ministério, e nisso não posso discordar de você, pois nenhum de nós é digno, mas Deus, na Sua infinita misericórdia, estende a oportunidade de recomeço.

    “Não retenhamos coisa alguma dAquele que deu Sua preciosa vida por nós. … Consagremos todos a Deus a propriedade que Ele nos confiou. Acima de tudo, demo-nos nós mesmos a Ele como oferta voluntária.” (Signs of the Times, 7/1/1889.)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Fidelidade ao Chamado!

    Tempo de Fidelidade ao Chamado!

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    Tempo de Fidelidade ao Chamado!

    O Apóstolo Paulo carregou por toda a vida uma profunda convicção do seu Chamado. Sabia que seu trabalho não era fruto de um acidente de percurso. A certeza de que o que fazia era resultado de uma convocação de Deus mudava toda a sua perspectiva na realização das coisas.
    Quero, na meditação de hoje, fazer sete considerações sobre Chamado:

    1. A certeza do Chamado evitará sermos reféns da mediocridade;
    2. Jamais negocie seu Chamado – não há proposta à altura disso;
    3. Quando perdemos a convicção do Chamado, só resta o profissionalismo e, creia, Deus merece mais;
    4. Convicção do Chamado é saber que seu Ministério não lhe pertence. Você não está a serviço do que é comum;
    5. Quando estamos certos do Chamado, a estagnação jamais será uma opção;
    6. Deus não erra na seleção. Ele chamou você, honre isso;
    7. Mantenha a certeza do Chamado sempre à vista, ela será uma vacina contra qualquer desvio de um viver extraordinário.

    “As energias do pastor são todas necessárias para o seu alto chamado. Suas melhores faculdades pertencem a Deus. Não deve ele envolver-se em especulações, ou em qualquer outro negócio que o desvie de sua grande obra. ‘Ninguém que milita’, escreveu Paulo, ‘se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar Aquele que o alistou para a guerra’ (2 Timóteo 2:4)” (AA, p. 365)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Identificar Perigos!

    Tempo de Identificar Perigos!

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    Tempo de Identificar Perigos!

    Não preciso ser um especialista para afirmar que o Ministério e suas peculiaridades têm sido alvo do arsenal do inimigo.
    Há muitos perigos que rondam o Pastor, muitas vezes até com aparência inofensiva, mas que têm potencial destruidor.
    A queda de um Ministro será sempre o prato do dia do inimigo, pois tal queda tem efeitos geográficos e temporais maiores. Por isso precisamos ser vigilantes, discernir esses perigos que nos rondam e ter uma estratégia clara para enfrentar seus ataques.
    Enumero alguns (depois analisaremos cada um de forma separada) perigos que nos cercam e podem colocar o que temos de mais precioso em risco:

    1. Descontrole financeiro;
    2. Pornografia;
    3. Excesso de entretenimento;
    4. Infidelidade;
    5. Sede de poder;
    6. Perda de propósito;
    7. Negligência da família;
    8. Espiritualidade rasa.

    A lista é grande e variada.
    Algumas vezes parecem invencíveis, e outras vezes tão simples que subestimamos e acabamos também sendo derrotados por eles. Uma coisa é certa: não podemos impedir que nos cerquem, mas podemos, sem dúvida, impedir os seus avanços.

    “Não basta que evitemos perigos manifestos e passos arriscados e incoerentes. Cumpre-nos manter-nos achegados a Cristo, andando no caminho da abnegação e do sacrifício. Não devemos permitir que sejam cegadas nossas percepções espirituais, como o são muitas vezes, por uma vontade forte, determinada. E a fim de perceber os artifícios de Satanás e resistir a seus inesperados ataques, precisamos ter a graça de Cristo e a comunicação de Seu Espírito.” (MM – NAV/1962, p.130.)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Resgatar!

    Tempo de Resgatar!

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    Tempo de Resgatar!

    “Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados.”
    Tiago 5:20

    Deve ser inerente ao Ministério a luta persistente pelos que se afastaram. Deveria a busca pelos que se desencantaram ser muito mais que um evento anual, mas parte do seu cotidiano.
    As pessoas podem até ser removidas do rol de membros, mas jamais o são dos sonhos que Deus tem para elas e, consequentemente, dos esforços que devemos empreender para trazê-las de volta.
    Não devemos tratar as pessoas pelas quais Cristo morreu como meros números de estatísticas. O seu valor não existe só enquanto elas perseveram.
    O Ministro que é indiferente com os afastados deveria morar em Lucas 15 até a sua conversão.
    No texto de hoje Tiago nos lembra que é parte da obra do cristão a luta por trazer de volta os que deixaram o redil, que a pessoa não é alvo da missão só uma vez.
    É medíocre precisar de um calendário para lembrar disso que é nada menos que um preceito bíblico.
    As atitudes para este dia de resgate e reencontro são em maior quantidade do que de costume:

    1. Escolha 10 adventistas afastados como alvo para trazer de volta esse ano;
    2. Ligue hoje para pessoas que marcaram seu Ministério e não estão mais na igreja;
    3. Ligue para alguém que deixou o Ministério só para orar por ele;
    4. No seu calendário de visitação, coloque sempre alguém que deixou a igreja;
    5. Crie uma lista de transmissão e envie mensagens de ânimo aos que se afastaram.

    “A fim de fazer uma verdadeira representação do misericordioso, terno e amável cuidado do Pai, Jesus apresentou a parábola do filho pródigo. Embora Seus filhos caiam em falta e se extraviem dEle, se se arrependerem e voltarem, Ele os receberá com a alegria manifestada por um pai terrestre, ao receber um filho há muito perdido que, arrependido, voltou para casa.” (Ev, p. 56)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Cura Interior!

    Tempo de Cura Interior!

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    Tempo de Cura Interior!

    Às vezes o esgotamento se apresenta após um triunfo, e isso se deu com Elias. Ele viu Deus agir de forma incontestável e, apesar de um mar de evidências, sucumbiu.
    Não quero oferecer um diagnóstico preciso do mal que acometeu o profeta, mas qual o programa de Deus para cuidar dos esgotados?

    1. Deus não desiste dos que desistem;
    2. Deus se importa com suas emoções (Ele veio até Elias);
    3. Deus entende suas limitações (Ele não acusou Elias);
    4. Deus acha o descanso importante (Elias dormiu);
    5. Deus leva em conta os aspectos físicos (Elias se alimentou);
    6. Deus leva em conta o exercício (Elias caminhou);
    7. Faz um convite a sair do esgotamento (“O que fazes aqui, Elias?”).

    Seu cansaço e suas frustrações não passam despercebidas diante de Deus. Não é com um olhar impaciente que Ele contempla isso. Sua história de batalhas pessoais, que têm como campo de batalhas o íntimo da alma, é assunto no Céu.

    “Frequentemente o tentador vem a nós como foi a Cristo, apresentando nossas fraquezas e enfermidades. Espera desanimar-nos, e romper nossa ligação com Deus. Então está seguro de sua presa. Se o enfrentássemos como Jesus fez, haveríamos de escapar a muita derrota. Parlamentando com o inimigo, damos-lhe vantagem.” (DTN, p. 121-122)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Servir!

    Tempo de Servir!

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    Tempo de Servir!

    “Pedro atendeu e foi com eles. Tendo chegado, conduziram-no para o cenáculo; e todas as viúvas o cercaram, chorando e mostrando-lhe túnicas e vestidos que Dorcas fizera enquanto estava com elas.” Atos 9:39

    Qual é a sua marca? Se alguém quisesse definir o seu Ministério de forma sintetizada, que palavra seria mais usada?
    Dorcas tinha uma vida de serviço tão intensa que a comunidade se recusava a aceitar a interrupção de sua vida.
    Quando Pedro entrou no recinto, o argumento para que algo fosse feito quanto a Dorcas era o resultado de suas obras, não uma frase de efeito dos seus discursos, nada relativo a habilidades de retórica. Pedro via por todos os lados roupas e cobertores que faziam aquela comunidade se sentir meio que órfã sem a presença de Dorcas.
    Não era a questão de uma pessoa a menos, era alguém que fazia a diferença. Dorcas viva era símbolo de noites e corações aquecidos. Dorcas viva era símbolo de um “enxoval para o bebê”. Enfim, o mundo seguiria sem ela, mas se tornaria menor.
    Pastor, seu Ministério pode ter marcas das mais diversas, mas o serviço não deve ser um item do menu para você analisar se há lugar para ele.
    Aquela “revolução” em volta de Pedro, que terminaria numa ressurreição, se deu porque uma vida de serviço sempre deixará nas pessoas marcas em alto relevo.
    A história de Dorcas traz um recado poderoso para o Ministério. Precisamos nos preparar bem para o púlpito, mas, se não descermos de lá para o serviço, não esperemos ser levados a sério.

    “Ela, Dorcas, havia sido uma digna discípula de Jesus Cristo, e sua vida havia-se caracterizado por obras de caridade e bondade para com os pobres e atribulados e pelo zelo na causa da verdade…” (BS, p. 67)

    Autor Pr. Paulo Ki

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