Autor: Roni Moreira

  • Tempo de Fugir do Superficial

    Tempo de Fugir do Superficial

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    Tempo de Fugir do Superficial

    “Porquanto Demas, havendo amado mais o mundo secular, me abandonou e se foi para Tessalônica. Crescente foi para a Galácia, e Tito, para a Dalmácia.” 1 Timóteo 4:10

    A aparição de Demas na Bíblia pode ser descrita em segundos, mas não é isso que o torna irrelevante. Paulo não o descreve como sem amor ao Reino, mas com um amor maior pelo “presente século”.
    Resumindo, ele sofria da “síndrome da superficialidade”, e um amor desse nível sempre termina em deserção.
    Isso se aplica a tudo, inclusive ao Ministério. Não me refiro aqui aos dias estéreis que todos nós às vezes vivenciamos, mas a um estado espiritual medíocre, de dedicar uma vida rasa ao que existe de mais profundo.
    Por isso, fuja de um viver superficial, pois ele é tão (ou mais) ofensivo a Deus do que a frieza total (Laodicéia).
    Alguns sinais para diagnosticarmos esse mal no Ministério:

    1. Quando gasto mais tempo lendo livros sobre a Bíblia do que a própria Bíblia;
    2. Quando as pessoas passam a ser só estatística;
    3. Quando o “melhor do Reino já não é o Rei (parafraseando música de Daniel Sales);
    4. Quando a Missão vira um trampolim para o sucesso humano, e não a essência do Ministério;
    5. Quando a oração passa despercebida no dia a dia;
    6. Quando a volta de Cristo passa a ser apenas o tema de um estudo e não a maior Esperança;
    7. Quando servir começa a parecer um fardo.

    “Raramente o povo se eleva acima do ministro que o dirige. Havendo nele um espírito amante do mundo, isso exerce uma tremenda influência sobre os outros. O povo faz das deficiências dele uma desculpa para cobrir seu próprio espírito mundano. Sossegam a consciência, pensando que podem ter liberdade de amar as coisas desta vida, e ser indiferentes às espirituais, porquanto os ministros são assim.” (OE 342.1)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Sacrifícios

    Tempo de Sacrifícios

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    Tempo de Sacrifícios

    “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado.”
    2 Coríntios 12:15

    Talvez seja importante um esclarecimento antes de abordar este tema. Paulo não está estimulando um viver ministerial desenfreado. Há ministros que se orgulham de não ter tempo para mais nada (na prática, nem mesmo para Deus).
    Para Paulo, o verso acima não era parte de um discurso para iniciantes, mas a sua mais profunda realidade ministerial.
    O Ministério não é o lugar do pouco. Se nossa vida não está disposta a sacrifícios, ou escolhemos o lugar errado, ou errado está o nosso coração.
    O Ministério é um caminho a ser evitado para os que têm problemas em fazer sacrifícios. Se você não se sente em débito com Deus, não é porque você tem feito demais, mas porque você é um mau pagador.
    Meu apelo não é para um viver impulsivo, desregrado, mas que trabalhe cada dia tendo em mente a altura do seu Chamado e o preço que ele custou. Então, será impossível transitar na mediocridade.
    Sacrifique-se pelo Rei e pelo Reino, pois, diante do sacrifício de Cristo, tudo que oferecermos ainda será insuficiente.

    “Aqueles que estão a serviço de Cristo admoestando pessoas a se reconciliarem com Deus devem, por preceito e exemplo, manifestar um incessante interesse em salvar pecadores. Sua diligência, perseverança, abnegação e espírito de sacrifício devem exceder a diligência e o zelo daqueles que lutam por lucros terrenos, assim como a pessoa é de muito mais valor do que a escória da Terra.” (T2, p. 336)

    Autor Pr. Paulo Ki

     

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  • Tempo de Não Fazer Concessões!

    Tempo de Não Fazer Concessões!

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    Tempo de Não Fazer Concessões!

    “Tendo decorrido um ano, no tempo em que os reis saem à guerra, Davi enviou Joabe, e com ele os seus servos e todo o Israel; e eles destruíram os amonitas, e sitiaram a Rabá. Porém Davi ficou em Jerusalém.” 2 Samuel 11:1

    Os grandes abismos que têm tragado muitos Ministérios são fruto de pequenas concessões que jamais deveriam ter sido feitas.
    O convite do pecado será mais efetivo para os que escolheram ficar fora das batalhas espirituais.
    Não flerte com o pecado, pois isso vai gerar um compromisso mais sério.
    A história do adultério de Davi com Bate-Seba é, talvez, a melhor e maior ilustração desse ciclo na vida de uma pessoa, e, por que não dizer, do Ministro. O texto acima nos mostra muito bem isso.
    Nessa passagem vemos, passo a passo, a progressão do pecado de Davi:

    1. Concessão passiva. Não parece comprometedora, mas é a ponte para o declínio mais profundo… “Não pequei, apenas não fui para a guerra”;
    2. Cedendo à indolência. Tempo vago sempre encontrará o inimigo à porta;
    3. Concessão efetiva. Enfim, ele praticou o pecado, que é insaciável e vai querer mais e mais;
    4. Concessão a tudo. O pecado não é o fundo do poço, é um poço sem fundo. Depois do adultério, o fingimento, a mentira, a deslealdade, o assassinato…

    Ministros, cuidado com as concessões, pois depois elas acabam se transformando em algemas difíceis de se livrar. Davi conseguiu, pela Graça de Deus, sair do fundo do poço, mas você não precisa chegar até lá – retorne agora.

    “É coisa perigosa permitir que uma característica infiel viva no coração. Um pecado acariciado pouco a pouco aviltará o caráter, levando todas as suas faculdades mais nobres em sujeição ao ruim desejo. A remoção de uma única salvaguarda da consciência, a condescendência com um mau hábito sequer, o descuido das elevadas exigências do dever, derribam as defesas da alma, e abrem o caminho para entrar Satanás e transviar-nos.” (PP, p. 330)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de fugir dos Holofotes

    Tempo de fugir dos Holofotes

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    Tempo de fugir dos Holofotes

    “É necessário que Ele cresça e que eu diminua”
    João 3:30

    Depois de uma apresentação da Nona Sinfonia de Beethoven, o público deu ao maestro Arturo Toscanini e à Orquestra uma salva de palmas muito prolongada. Toscanini, cheio de emoção, virou-se para seus músicos e sussurrou: ” Eu não sou nada, vocês não são nada.” Então, em tom de quase adoração, Toscanini disse: “Mas Beethoven é tudo!”
    Da mesma forma, devemos reconhecer que Jesus é tudo! Se você precisar de holofotes para levar adiante o seu ministério, eu lhe aconselho a escolher outro caminho. Ele deve crescer, nós diminuirmos e, se necessário, até mesmo desaparecermos.
    O êxito ministerial não se mede pela quantidade de tempo em que você consegue se manter no centro das atenções, mas pela vivacidade ministerial que você consegue manter mesmo longe disso.
    João Batista não queria dividir o palco com Cristo, ele queria ver o crescimento de Cristo ofuscá-lo.
    O problema do Ministério não são os holofotes a que somos expostos, mas quando eles nos encontram sem Cristo. Que Deus cure nossas motivações. Se elas são equivocadas, não são motivo para desistir, só precisamos mesmo de conversão.

    “O verdadeiro pastor terá interesse em tudo quanto diz respeito ao bem-estar do rebanho, alimentando-o, guiando-o e defendendo-o. Conduzir-se-á com grande prudência, e manifestará terna consideração por todos, especialmente pelos tentados, aflitos e desanimados.” (OE, p. 190.1)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de agradar a Deus

    Tempo de agradar a Deus

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    Tempo de agradar a Deus

    “Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo” Gálatas 1:10

    A tentação de agradar aos homens em detrimento da vontade de Deus é um tema bem presente nos escritos Paulinos, e isso não é por acaso. O Ministério é um lugar onde isso fica bem claro.
    Paulo não está aqui ensinando insubmissão, ou que toda vontade humana é reprovável. Agradar a homens não é problema, problema é quando para isso eu deixo Deus e Seus princípios para trás.
    A busca pela aprovação humana é uma droga dos tempos modernos, e a fila dos viciados nela só cresce. A busca pelo reconhecimento humano promove no Ministério uma escravidão quase insolúvel. Não podemos negar a importância da valorização humana, mas nada substitui o sorriso do Céu quanto ao nosso Ministério. A busca por recompensas humanas é uma das estradas mais transitadas para o declínio. Se ambas as aprovações forem possíveis, é um momento de júbilo. Mas, seja de um rei no seu trono ou do laço familiar mais estreito, que nada concorra com a aprovação de Deus.
    No Ministério há muitos que perseguem tanto o reconhecimento humano, que nem percebem que em algum momento precisaram deixar de andar com Deus para que isso acontecesse.

    “Ele aceita Seus seguidores humildes, e despretensiosos, e com eles comunga; pois neles vê o mais precioso material, que resistirá à prova das tormentas e tempestades, do calor e da pressão.
    Nosso objetivo em trabalhar para o Mestre deve ser a glorificação de Seu nome e a conversão de pecadores. Os que trabalham para receber aplausos não são aprovados por Deus.” (LuC p. 66)

    Autor Pr. Paulo ki

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  • Tempo de tempo para Deus

    Tempo de tempo para Deus

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    Tempo de tempo para Deus

    “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios”
    Salmo 90:12

    Esse verso é muito mais do que uma saída viável para sermões de aniversário. O assunto do tempo não é passado por alto na Bíblia. De vez em quando esse tema saltará das Escrituras na tentativa de acessar nosso coração.
    “Contar os dias” não é acompanhar o calendário, mas sim ter Deus como protagonista dele. Não há dúvida que Deus é o Senhor do tempo. A pergunta é: E do meu tempo?
    Essa pergunta tem respostas práticas que obtemos ao responder a algumas outras perguntas:
    – As páginas da Bíblia são minha morada, ou um lugar de visitas rápidas?
    – Minhas orações são cumprimentos, ou têm comprimento?
    -Tenho um tempo diário dedicado ao “ide”?

    Não há como fugir de uma agenda apertada e de um cotidiano que às vezes nos sufoca, mas o quanto Deus participará dele é, certamente, uma decisão pessoal.
    O Ministro precisa de um coração sábio, e este não nascerá por acidente, sem intencionalidade.
    Até onde vai um Ministro que não tira tempo para Deus? Já me estranha que ele tenha ido a algum lugar…
    “Deus não Se curvou à nossa pressa nervosa, nem adotou os métodos de nossa era imediatista. O homem que deseja conhecer a Deus precisa dedicar-lhe tempo, muito tempo.” A. W. Tozer

    “Deus concede talentos aos homens, não para que fiquem sem uso, ou sejam empregados para satisfação do próprio eu, mas para que sejam empregados para benefício dos outros. Deus assegura aos homens o dom do tempo, com o desígnio de promover-Lhe a glória. Quando esse tempo é usado em prazer egoísta, as horas assim passadas são perdidas por toda a eternidade.” (CP 354.2).

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de amar a palavra

    Tempo de amar a palavra

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    Tempo de amar a palavra

    “Quando as Tuas palavras foram encontradas, eu as comi; elas são a minha alegria e o meu júbilo, pois pertenço a Ti, Senhor Deus dos Exércitos.”
    Jeremias 15:16

    Houve um tempo em que as intenções do inimigo se concentravam em destruir literalmente a Palavra. Hoje, o foco mudou e se destina mais a destruir o amor à Palavra de Deus.
    De fato, termos Bíblia sem ela nos ter de nada servirá.
    O Livro de Deus tem perdido o protagonismo até mesmo no Ministério. Gostamos do título “Ministros da Palavra”, mas me pergunto até que ponto ela de fato ministra a nós…
    No verso acima, Jeremias fala do seu anseio pela Palavra. Se tal anseio não predomina em nosso coração, vivemos um ministério falido, pois qualquer distância que mantivermos da Bíblia dará início a um processo de morte espiritual.
    No tempo do fim, não deixe ter fim seu amor pela Palavra – tome-a agora mesmo em sua mão e renove seu compromisso de passar tempo com ela, de se submeter a ela, de devolver a ela o centro da governança de sua vida.
    Um Ministério sem as Escrituras é uma fraude perigosa. O que a Bíblia é para você: Uma coadjuvante que sempre aparece, mas não é importante? Um figurante que mal aparece, e quando aparece não é notado? Ou a protagonista de sua vida como um todo?
    A Bíblia é preciosa e, sem dúvidas, ainda relevante. O desprezo atual por ela, até mesmo no Ministério, se dá devido à geração atual não suportar ser confrontada.

    “Eduque sua mente a amar a Bíblia, amar a reunião de oração, a hora de meditação e, acima de tudo, a hora em que a mente comunga com Deus. Volte sua mente para as coisas eternas, se quiser unir-se com o coro celestial nas mansões de cima.” — (CI 190.2 – EGW).

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de pastorear

    Tempo de pastorear

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    Tempo de pastorear

    “Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; cuida bem dos teus rebanhos”
    Provérbios 27:23

    O tempo do fim é marcado por um avanço multiforme do mal sobre o rebanho de Cristo. Não existem ovelhas sem cicatrizes.
    Um dia haverá um só Pastor e um só rebanho, e lá, e somente lá, a dor não mais será uma realidade.
    Não são necessários muitos anos de Ministério para concluir que conviver com a dor e os dilemas dos que pastoreamos será parte intrínseca do pastorado.
    “Conhece o estado das tuas ovelhas” é uma ordem, não uma sugestão. Se você não sente prazer no cuidado das ovelhas, suplique por isso ou reconheça que o “chamado” não passou de uma produção de sua própria mente.
    Nunca faça do seu rebanho trampolim para seus objetivos. A igreja de Cristo é uma esposa para ser amada e não uma amante para ser usada. Oferecer apenas migalhas de cuidado a quem Jesus ofereceu o próprio sangue nos deveria fazer estremecer o coração.
    Os pastores que marcam vidas, marcam pelo amor. Alegre-se se você é organizado, celebre os índices alcançados, vibre com o reconhecimento recebido, mas nunca esqueça que o Céu celebra um Ministério que prima pelo cuidado.
    Seus sermões provavelmente serão esquecidos, sua criatividade em algum momento ficará para trás, mas o dia em que você foi ombro para o choro e a mão que ergueu pessoas será gravado na rocha da gratidão e nos registros dos Céus.

    “Deve o pastor misturar-se livremente com aqueles por quem trabalha a fim de familiarizar-se com eles e saber como adaptar seus ensinos às necessidades deles. Havendo pregado um sermão, a obra do pastor apenas começou. Há um trabalho pessoal para ele fazer.” (AA 202 – EGW)

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  • Tempo de pensar que não há mais tempo

    Tempo de pensar que não há mais tempo

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    Tempo de pensar que não há mais tempo

    “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto.”
    Isaías 55:6

    Há duas ilusões que de quando em vez visitam o ministério. A primeira tenta impor sobre o coração o sentimento de que um recomeço é impossível. A segunda, que brincar com a salvação é uma opção saudável.
    O convite do texto acima, “buscai ao Senhor”, está aberto, mas definitivamente demorar a buscá-lo não é uma opção prudente. Por isso, há o consequente alerta: “enquanto se pode achar”. Isso significa que estamos diante de uma verdade que é, ao mesmo tempo, reconfortante, “buscai ao Senhor”, e também aterrorizante, “enquanto se pode achar”.
    O ministro jamais deve interpretar a Graça de Deus como complacência. O fato de estarmos no Ministério apesar do nosso erros, quer dizer misericórdia e não anuência.
    A Graça nunca se tornará escassa, mas é fato, pelo texto acima, que um dia ela não mais estará disponível.
    Nas vezes em que lamentavelmente tive que receber a devolução de credencial das mãos de um Ministro que caiu, uma coisa era perceptível: “Não tinha sido a primeira vez”.
    O inimigo não terá pressa na nossa queda, ele só quer ter a certeza de que o golpe será fatal.
    Não seja invadido por uma tristeza de que hoje não há mais tempo, mas também não seja tomado pela outra ilusão, de que há tempo demais e que você pode continuar a brincar com Deus. Não é porque 2022 não foi o seu último ano que não haverá um último ano, se escolher permanecer em pecado.
    Volte-se hoje para Deus. Acredite, quando você se voltar, Ele estará mais perto do que você imaginou.

    “Não se pode brincar com os interesses espirituais. Nosso capital é nosso caráter. Devemos acariciá-lo, como faríamos com um tesouro muito valioso. A pureza moral, o respeito próprio, o forte poder de resistência, têm de ser incentivados firme e constantemente. Não deve haver um único afastamento da discrição; um ato de familiaridade, um deslize, podem pôr em perigo a salvação, abrindo a porta da tentação, e assim enfraquecer o poder de resistência.” – (FC 134.2 – EGW)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de amadurecer

    Tempo de amadurecer

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    Tempo de amadurecer

    “Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.”
    1 Coríntios 13:11

    O amadurecimento ministerial é obra de uma vida, e não há diplomação aqui na Terra. Mas eternizar a infantilidade é, no mínimo, perigoso.
    No tempo solene em que vivemos, o pastor não pode celebrar uma vida que estacionou. Paulo nos adverte no texto acima que existirá um tempo de ser “menino”, mas esse lugar é uma estrada e não um destino.
    Aqui estão alguns sinais de imaturidade ministerial que nunca saem de moda:

    1. “A igreja me deve isso”. Estar no ministério sempre será um prêmio maior do que aquilo que cabe em nossas mãos;

    2. “Aqui não é meu lugar, sou maior do que isso”. Quando minha realização se atém a uma geografia, eu deveria ser guia turístico e não pastor;

    3. “O mundo dá voltas”. Se você ambiciona um lugar para repetir uma história equivocada, pare de ter esse sonho, isso é bem mais nobre;

    4. “Estou empurrando com a barriga”. Ministério se leva com os joelhos e com um coração ardente, e não aos empurrões ou com descaso;

    5. “Não se doe demais, ninguém vai reconhecer”. Qualquer coisa que seja menos que tudo, em relação ao Reino de Deus, é mediocridade. E o aplauso de Deus tem mais valor do que o humano.

    Se afirmações como essas e outras já fizeram parte do seu Ministério, sorria com elas, mas se ainda fazem parte, é tempo de abandoná-las.

    “Estudo e trabalhos árduos são exigidos para tornar um pastor bem-sucedido, ou dar a um obreiro êxito em qualquer ramo da causa de Deus. Coisa alguma senão constante cultivo há de desenvolver o valor dos dotes que Deus outorgou para sábio aperfeiçoamento.” – (CP 538.2 – EGW)

    Autor Pr. Paulo Ki

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