Autor: Roni Moreira

  • Tempo de Um Deus Soberano!

    Tempo de Um Deus Soberano!

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    Tempo de Um Deus Soberano!

    “Confiai no Senhor perpetuamente; porque o SENHOR DEUS é uma rocha eterna.”
    Isaías 26:4

    Em algum momento precisaremos escolher o lugar de Deus em nosso Ministério, se daremos a Ele o merecido protagonismo ou se Ele continuará sendo coadjuvante.
    Carrego o receio que, de forma inconsciente, O tratemos como mero figurante. Não é difícil pronunciar as frases “Deus está no comando”, “Deus está no controle”, mas torná-las reais em nossa vida é um desafio bem maior.
    Às vezes é duro concluir que nossa fé estava precisando de “revisão”, por subentendermos que Ministério e fé deveriam ter um link automático.
    O problema maior não é acreditar que Deus está no controle, mas saber que isso significa que o controle não está em nossas mãos (na verdade, nunca esteve).
    O texto de hoje nos desafia a confiar no Senhor e, logo após, nos lembra que Ele é “uma rocha eterna”. Não se sinta vencido hoje ao se deparar com sua vulnerabilidade.
    Clame por mais confiança e que, pela graça de Deus, aprendamos a nos abrigar na Rocha Eterna. Nos registros da história, não há NADA que indique que as coisas saíram, ainda que por um momento, do controle de Suas Mãos.

    “É demasiado fraco o apego que os embaixadores de Cristo muitas vezes têm às realidades eternas. Se os homens andarem com Deus, Ele os esconderá no abrigo da Rocha. Assim abrigados, podem ver a Deus tal como Moisés. Pelo poder e luz que Ele comunica podem compreender e realizar mais do que seu finito julgamento havia considerado possível.” (AA, p. 202)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • É Tempo de Cuidado

    É Tempo de Cuidado

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    Tempo no Deserto!

    “Eu Sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a Sua vida pelas ovelhas” João 10:11

    O tema de hoje nasceu da afirmação de uma jornalista ao falar sobre a vulnerabilidade dos médicos em algumas regiões específicas, em meio à pandemia.
    Não foi difícil relacionar com o Ministério em momentos como este, pois cresce o número de corações inseguros, ansiosos e até mesmo desesperados de ombros humanos. Além dos psicólogos, o Pastor tem sua demanda bem mais intensa em dias assim.
    Por isso, o título da meditação de hoje: “É Tempo de Cuidado!” é pertinente.
    Quero dividir os conselhos sobre este tema em duas vertentes:

    1. Deus cuida:

    – O Pastor dos pastores sabe que você é humano e lhe suprirá de forças;
    – O colo dEle sempre estará disponível;
    – Aponte os ombros dEle para toda alma temente nesse momento;
    – Ele estará sempre disponível.

    2. Você se cuida:

    – Passe tempo cuidando dos outros. Isso faz você esquecer momentaneamente de si mesmo;
    – Não gaste muito tempo vendo noticiários catastróficos, que às vezes são até fake news;
    – Exercite-se;
    – Dedique tempo para animar sua família (de perto ou de longe);
    – Alimente-se bem;
    – Tenha um conselheiro em dias assim, um profissional ou alguém em quem você confia.

    Saiba que Deus cuida dos que estão cuidando do Seu rebanho. Ele cuidará de você.

    “A cada obreiro eu diria: Marchai com humilde fé, e o Senhor irá convosco. Mas vigiai em oração. Este é o segredo do vosso trabalho. O poder é de Deus. Operai confiando nEle, lembrando-vos de que sois coobreiros Seus. Ele é o vosso Ajudador. Vossa força vem dEle. Ele deve ser vossa sabedoria, justiça, santificação e redenção.” (CSS, p. 27)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo no Deserto!

    Tempo no Deserto!

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    Tempo no Deserto!

    “…para saber o que estava em teu coração”
    Deuteronômio 8:2 – ARC

    Alguém disse que “mares calmos não produzem bons marinheiros”. Na lida ministerial, muitos só querem ter como professores os “mares tranquilos”. Negam-se a sorver a pedagogia do deserto.
    Não quero afirmar que a bonança nos impossibilita de aprender, porém os dias de prova trazem lições que, ao que parece, de outro modo não nos deixariam tão atentos.
    Hoje não quero provocar o anseio por dias difíceis, mas apenas que tentemos extrair o melhor deles, já que são inevitáveis.
    A experiência de Israel no deserto é uma prova incontestável disso. No texto de referência de hoje, Deus declara o Seu anseio por, naquela situação desconfortável, conhecer o que havia no coração do Seu povo.
    O dia a dia do Ministro tem doses elevadas de momentos desafiadores. Sob ângulos diferentes, as provas são nossas companheiras, e às vezes a dor é tão intensa que nem enxergamos ser ela mais uma disciplina da grade curricular de Deus na nossa formação.
    Não ore por dias difíceis (nem por dias fáceis), e sim por um coração atento e fortalecido.

    Como ter um coração que aprende no deserto?

    1. Fazendo a pergunta certa: Para quê?
    2. Trazendo a circunstância para o crivo da Palavra de Deus;
    3. Pedindo a Deus, humildemente, que o faça perceber como essa situação pode lhe ajudar a crescer.

    O deserto forma, não deforma. Já que a passagem por ele nem sempre pode ser evitada, faça dele seu professor.

    “Se não glorificavam a Deus em suas provações e adversidades, em suas viagens através do deserto para Canaã, enquanto Deus lhes dava contínuas e inequívocas evidências de Seu poder, glória e cuidado por eles, não poderiam engrandecer-Lhe o nome e glorificá-Lo quando se estabelecessem na terra de Canaã, cercados de bênçãos e prosperidade.” (T2, p. 106)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Equilíbrio na Autoestima!

    Tempo de Equilíbrio na Autoestima!

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    Tempo de Equilíbrio na Autoestima!

    “… digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém…”
    Romanos 12:3

    Tenho visto, não raras vezes, que esse verso tem sido esquecido, e as consequências nunca são de dimensões pequenas.
    O Ministro pisa em terreno perigoso quando acha que a Igreja (administração e membros) está em débito com ele.
    Não há problema em “ambicionar” servir mais ou ir além. Um pastor nunca pode perder o desejo de crescer e, consequentemente, de servir.
    Não quero motivar a autopiedade ou o derrotismo, isso não é bíblico. Porém, nada pode nos impulsionar mais do que saber que um Deus que de nada precisa, escolheu “precisar” de nós! Mas, quando pensamos sobre nós mais do que realmente somos, caminhamos sobre “areia movediça”, e afundar se torna inevitável.
    Veja alguns perigos próprios do excesso de autoestima:

    ✓ Em vez de ser um caçador de vidas para salvar, torna-se um caçador de recompensas;
    ✓ Ambiciona posto para ser visto, não de serviço;
    ✓ Torna-se um “autopromotor”, e foge de uma vida de “autossacrifício”;
    ✓ Nunca há reconhecimento suficiente, mas o sentimento de que estão lhe devendo algo;
    ✓ Consome-se com o outro que está em evidência. Pergunta-se: Por que não eu?
    ✓ Sempre tem à mão uma lista de defeitos do seu “concorrente”;
    ✓ “Crê” que Deus dirige a Obra, mas que, se realmente Deus for sábio, ele, o Ministro, será a escolha certa.

    “O orgulho, a confiança própria, o amor do mundo, o criticismo, o rancor, a inveja são os frutos que apresentam muitos que professam a religião de Cristo. Sua vida, em evidente contraste com a vida do Salvador, não raro dá mau testemunho do caráter da obra ministerial sob a qual se converteram.” (AA, p.171)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Separar Tempo!

    Tempo de Separar Tempo!

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    Tempo de Separar Tempo!

    “E Ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam, e vinham, e não tinham tempo para comer.”
    Marcos 6:31

    “E Ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam, e vinham, e não tinham tempo para comer.”
    Marcos 6:31
     
    Em outra meditação já falamos sobre o perigo da ociosidade. Esta meditação não se contrapõe à anterior, mas são verdades complementares.
    No texto acima, Jesus não está propondo um freio no avanço do Seu Reino, mas, para que o crescimento do Reino seja efetivo, é preciso passar mais tempo com o Rei.
    Muitos acham que será desculpável deixar Cristo para trás se nossa ocupação for de cunho “espiritual”! É paradoxal, mas, em nome de Deus, se esquece de Deus.
    Fuja da ociosidade, mas também fuja do labor desprovido de comunhão. A ocupação em excesso é tão perigosa, quanto uma mente desprevenida pelo ócio.
    Não deixe o serviço lhe roubar a comunhão. Eis três segredos para isso:

    1. Crie pausas para passar tempo com Deus. Pode até soar como tempo “perdido”, mas evitará que você se perca;
    2. Não tenha descaso com o descanso, o custo disso é muito alto. Refiro-me aqui ao descanso também biológico (saúde);
    3. Bíblia e oração. Ocupe-se nisso e haverá força para o resto.

    Muitos que deixaram as fileiras do Ministério não tinham como problema a preguiça, mas um labor desenfreado, desprovido de equilíbrio. Esgotaram-se “para Deus” e se orgulhavam disso, mas foram surdos ao convite constante de Jesus “… Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco.” (Marcos 6:31 – ARC).
    PARE um pouco agora, antes que tenha de parar para sempre.

    “O Senhor necessita de homens de vida espiritual intensa. Cada obreiro pode receber uma dotação de forças do alto, e avançar com esperança e fé na estrada em que Deus o convida a andar. A Palavra de Deus permanece no jovem obreiro consagrado. Ele é pronto, zeloso, poderoso, tendo no conselho de Deus fonte infalível de provisão.” (OE, p. 64)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Erguer Muros!

    Tempo de Erguer Muros!

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    Tempo de Erguer Muros!

    …mas há um amigo mais chegado do que um irmão.”
    Provérbios 18:24

    O Pastor precisa construir muros para proteger seu Ministério. Esses muros desempenham um papel específico para dificultar, e até mesmo impedir, a escalada do inimigo na tentativa de fazer o nosso Ministério ruir. Posso citar: comunhão, família,
    equilíbrio no trabalho e cuidado com janelas da alma (o que se vê e ouve).
    Hoje, contigo, quero falar sobre desenvolver uma rede de amigos. Chame de qualquer nome. Aqui, chamamos de PGP (Pequeno Grupos Pastores). Pode ser algo informal mesmo, contanto que seja um lugar:

    1. Onde você não tenha medo de se mostrar vulnerável;
    2. Onde um pedido de oração mais íntimo não será um escândalo;
    3. Onde você tenha intercessores;
    4. Onde o relacionamento com Deus seja sempre um tema atual;
    5. Onde, se for necessário chorar, haverá ombros;
    6. Onde, se você estiver na beira do abismo, muitas mãos vão, de pronto, prestar socorro;
    7. Onde lhe ajudem, não só a crescer como pessoa, mas também nos desafios ministeriais.

    Forme um grupo desse, não de desabafos ácidos, mas de apoio mútuo, um lugar onde Cristo goste de estar. Esse muro é valioso, pois nos dias em que nada parecer valer a pena, ele estará lá para impedir um desatino.
    Quantos Ministérios ainda estariam em pé se tivessem encontrado um lugar assim… Sabemos que Deus é quem nos sustenta em última instância, mas essas pessoas podem ser instrumentos de Deus para isso.

    “O desejo de amor e simpatia é implantado no coração pelo próprio Deus. Cristo, na hora de Sua agonia no Getsêmani, ansiou pela simpatia de Seus discípulos.” (AA, p. 254)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Gratidão à Esposa!

    Tempo de Gratidão à Esposa!

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    Tempo de Gratidão à Esposa!

    “A mulher sábia edifica a sua casa, mas com as próprias mãos a insensata derruba a sua.”
    Provérbios 14:1 – NVI

    Não nos falta o que agradecer à esposa, falta-nos é disposição para parar e pensar no quanto ela é essencial. Quero dizer que minha esposa é 50% do meu Ministério, mas a conta continuaria inexata. Ela esteve por trás de todos os meus êxitos e foi meu ombro visível quando fui “visitado” pelos fracassos. Ela edificou a casa quando meu tempo na casa era pouco.
    Faça, se possível semanalmente, uma retrospectiva dos sacrifícios visíveis e invisíveis que ela fez para tornar seu caminho mais fácil. Ela não está nos concílios para merecer os aplausos, mas você sabe que boa parte destes deveriam ser para ela.

    Algumas formas práticas de demonstrar gratidão à sua esposa:

    1. Todos os dias lembre-a da diferença que ela tem feito em seu Ministério;
    2. Sempre que puder, agradeça publicamente a contribuição dela;
    3. Não deixe nada nem ninguém roubar dela o posto de melhor amiga;
    4. Alivie os fardos diários de sua esposa, seja de trabalho ou do cuidado dos seus filhos;
    5. Escreva uma carta de gratidão para ela;
    6. Honre seus votos matrimoniais;
    7. Nunca suba a um lugar de honra sem levá-la junto.

    Talvez a pele dela, ou o corpo, ou a paciência não sejam mais os mesmos, mas nunca esqueçamos que tudo isso se desgastou na árdua tarefa de ser nossa ajudadora. Então, que nunca, em um ato covarde, a deixemos para trás.

    “Nunca é excessivo o zelo com que acariciamos as afeições do lar, pois se o Espírito do Senhor habita aí, o lar é um símbolo do Céu.” (LA, p. 118)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Essência

    Tempo de Essência

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    Tempo de Essência

    “Contudo, se eu disser: ‘Não o mencionarei nem mais falarei em seu nome!’, é como se um fogo ardesse em meu coração, um fogo dentro de mim. Estou exausto tentando contê-lo; já não posso mais!”
    Jeremias 20:9 – KJA

    Devemos fugir de duas coisas no Ministério: o romantismo e o ceticismo que tem, como degrau seguinte, o cinismo.
    Esses dois fenômenos nos deixam vulneráveis, mas se tivesse que classificar o mais perigoso, eu diria que o ceticismo é mais mortal – lembrando que o ceticismo sempre alcança corações que romantizaram demais o Ministério. A cura para ambos é a Palavra de Deus.
    Jeremias viveu momentaneamente os dois. Criou perspectivas românticas demais a respeito do seu Chamado, que foram seguidas por um ceticismo que o levou a silenciar, ainda que por breve momento.

    Perigos do romantismo:

    1. Ingenuidade que nos deixa vulneráveis:
    2. Surdez com as perspectivas bíblicas;
    3. Não cria imunidade às durezas da lida ministerial.

    Perigos do ceticismo:

    1. O passo seguinte sempre é o “cinismo espiritual” e, consequentemente, a queda;
    2. Superficialidade no que é e no que faz;
    3. Torna-se um profissional (às vezes até um bom), mas falta-lhe o poder do Alto.

    No Ministério, lute por essência que não provenha de conceitos humanos, mas do “assim diz o Senhor”, nada aquém, nada além disso.

    “O orgulho, a confiança própria, o amor do mundo, o criticismo, o rancor, a inveja são os frutos que apresentam muitos que professam a religião de Cristo.” (AA, p.171)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • É Tempo de Sucesso aos Olhos de Deus!

    É Tempo de Sucesso aos Olhos de Deus!

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    É Tempo de Sucesso aos Olhos de Deus!

    “Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno)…”
    Hebreus 11:37 e 38

    O texto de hoje não parece descrever histórias de sucesso, muito menos Ministérios de sucesso. Hoje a definição humana de sucesso é estar no centro das conversas e ter o nome na boca de alguém importante, ou ser lembrado para funções importantes. Porém, Deus, em Sua lista de quem teve sucesso, surpreende a todos, listando nomes para os quais o conceito atual de sucesso não se aplicaria, pois para grande parte deles as coisas “não terminaram bem”.
    O rótulo atual do sucesso é muitas vezes colocado sobre os que se especializaram nas técnicas de marketing pessoal. Tornam-se célebres, mesmo sendo irrelevantes.
    Então, sucesso aos olhos de Deus seria:

    1. Fazer a vontade de Deus, mesmo que isso custe o não ser lembrado;
    2. Sentir alegria nos bastidores;
    3. Não deixar, em nome do sucesso humano, um rastro de dor no coração de outros;
    4. Ter a glória de Deus como alvo;
    5. Desejar postos de serviço, não para ser visto;
    6. Vibrar com boas estatísticas, mas saber que o que verdadeiramente conta é ter feito o que Deus pediu;
    7. Poder até não ter o nome em nenhuma lista célebre, mas estar na de Deus.

    “O nome de Cristo devia ser a senha, a insígnia, o laço de união, a autoridade para sua norma de prosseguimento e a fonte de seu sucesso. Nada devia ser reconhecido em Seu reino que não trouxesse Seu nome e inscrição.” (AA, p.28)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • É Tempo de Lutar Contra a Depressão!

    É Tempo de Lutar Contra a Depressão!

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    É Tempo de Lutar Contra a Depressão!

    “Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda O louvarei pela salvação da Sua face”
    Salmo 42:5

    Inicio alertando que os que desejam se aprofundar no tema devem buscar artigos mais técnicos e com opiniões abalizadas.
    Falarei como um observador que contempla apenas da margem, e muitas vezes também se vê naufragando nas águas turvas do desânimo.
    Mesmo sem olhos clínicos para o tema em questão, não é difícil concluir que o Ministério já lida com o problema da depressão de forma mais intensa do que há alguns anos. Atrevo-me a destacar três pontos que colaboram para isso:

    a) A correria dos dias atuais;
    b) Somos parte de um mundo emocionalmente adoecido;
    c) As peculiaridades do trabalho ministerial.

    A intenção deste pequeno texto é apenas ligar o sinal de alerta. Então:

    1. Não superestime sua força;
    2. Não subestime o desânimo;
    3. Não se trate pelo Google, procure profissionais;
    4. Conheça seus limites;
    5. “Imponha” aos outros limites;
    6. Procure ajuda já nos primeiros sinais;
    7. Deus sempre é parte essencial no processo.

    “Estar ansioso quanto a si mesmo tende a causar fraqueza e doença. Se eles se erguerem acima da depressão e da tristeza, será melhor sua perspectiva de restabelecimento; pois ‘os olhos do Senhor estão sobre… os que esperam na Sua misericórdia (Salmo 33:18.)’.” CBV, p. 229)

    Autor Pr. Paulo Ki

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