Autor: Roni Moreira

  • Tempo de Espaço Para Mulheres no Reino!

    Tempo de Espaço Para Mulheres no Reino!

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    Tempo de Espaço Para Mulheres no Reino!

    “Aconteceu, a seguir, que Jesus andava por cidades e aldeias, pregando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Iam com ele os Doze e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos maus e enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; Joana, esposa de Cuza, administrador de Herodes; Suzana e muitas outras, que lhe prestavam assistência com seus bens.” 
    Lucas 8:1-3

    Discutir se há espaço para mulheres no serviço a Deus não é só antiquado – é, na verdade, antibíblico. Para se chegar a uma conclusão tão pobre seria necessário ignorar toda a Bíblia e, especialmente, o ministério de Jesus.
    As mulheres estiveram presentes no ministério de Cristo por escolha dEle e não por acidente. Haveria desafios métricos para mensurar os benefícios para o Reino derivados do trabalho feito pelas mulheres. Elas não só são maioria numérica, mas também em atividade e intensidade.
    Qualquer Pastor que tenha bom senso sabe o que a obra ministerial seria sem elas. Aliás, nem seria.
    Se o mundo tivesse se rendido às palavras e ao exemplo de Cristo no trato com as mulheres, a luta delas por igualdade seria apenas um assunto para os livros de história. Todos os registros dos encontros que Jesus teve com elas, desde as anônimas até sua mãe, não oferecem a mínima base para que ainda sobrevivam preconceito e distorções sobre o papel das mulheres.
    Jesus deixou um rastro de cura e restauração na história de cada uma delas. Comece de onde Ele “parou”, continue a história. O Pastor deve não só reconhecer a visível importância delas para o Reino, mas que relegá-las é uma ofensa ao Rei.

    “Devia haver sem dúvida um número maior de mulheres empenhadas na tarefa de ministrar à humanidade sofredora, reerguendo-a e educando-a agora para que creia — simplesmente para que creia — em Jesus Cristo nosso Salvador. E ao darem-se as almas ao Senhor Jesus, fazendo uma entrega completa, compreenderão a doutrina. …”– (BS, p. 143)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de a Bíblia Aparecer

    Tempo de a Bíblia Aparecer

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    Tempo de a Bíblia Aparecer

    “Então, disse o sumo sacerdote Hilquias ao escrivão Safã: Achei o Livro da Lei na Casa do Senhor. Hilquias entregou o livro a Safã, e este o leu. Então, o escrivão Safã veio ter com o rei e lhe deu relatório, dizendo: […] O sacerdote Hilquias me entregou um livro. E Safã o leu diante do rei.Tendo o rei ouvido as palavras do Livro da Lei, rasgou as suas vestes.”
    2º Reis 22:8-11

    O que acontece quando a Bíblia desaparece do Ministério? A ausência física ou a indiferença à sua presença física podem ter consequências nefastas.
    No texto acima, vemos um episódio singular nas Escrituras, quando é narrado o primeiro encontro do rei Josias com a Palavra de Deus. Se retrocedermos um pouco a história, perceberemos uma notável apostasia que se relacionava diretamente com o distanciamento das Escrituras.
    Quando deixamos de ser confrontados pela Palavra, pela sua não existência, pela escassez ou por simples indiferença, a nossa vida toma caminhos tortuosos.
    Hoje a Bíblia ainda é o Livro mais vendido no mundo, o acesso a um exemplar não é custoso, sem falar virtualmente, porém a indiferença à sua relevância tem diminuído de forma drástica, e, porque não admitir, até mesmo no Ministério, pois se a Bíblia desaparece do Ministério, sem dúvida tal “ministério” está com os dias contados.
    O rei foi profundamente impactado quando teve contato com a Palavra. Devemos propiciar esse encontro de forma diária em nossa vida, e escolher a submissão quando formos confrontados pela Palavra.
    Qual é a sua visão da Palavra de Deus? Ela é um Livro que tem soberania sobre suas escolhas?
    Às vezes o nosso encontro com a Bíblia é desafiador e os seus “nãos” são difíceis de engolir, mas, acredite, a orientação que ela dá é sempre o melhor caminho.
    Quando um Pastor deixa esse Livro ficar comum em sua vida, não espere nada de incomum desse Ministério.

    “A verdade divina deve ser o objeto de sua contemplação e meditação. Deve considerar a Bíblia como a voz de Deus a ele falando diretamente. Achará assim a sabedoria que é divina.”– (AA, p. 266)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Não Ser Escravo dos Números!

    Tempo de Não Ser Escravo dos Números!

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    Tempo de Não Ser Escravo dos Números!

    “Meus amados filhos, novamente estou sofrendo como que com dores de parto por vossa causa, e isso até que Cristo seja formado em vós.”
    Gálatas 4:19

    “Meus amados filhos, novamente estou sofrendo como que com dores de parto por vossa causa, e isso até que Cristo seja formado em vós.”
    Gálatas 4:19
     
    Não tenha fobia das boas estatísticas. Os números não querem dizer tudo, mas seria tolo dizer que eles não querem dizer nada.
    Quer medir a eficiência do seu Ministério? Use mais do que a calculadora – observe se as vidas que “você” desenvolveu, estão “desenvolvendo” outras vidas.
    Uma produção ininterrupta de Cristo na vida das pessoas deve ocupar posição privilegiada no nosso Ministério.
    Discipulado não é um território onde escondemos as desculpas para não avançar, tampouco um lugar que reveste nossos equívocos com o carimbo de Deus.
    Cristo em cada vida – esse evento em cadeia não pode ser interrompido, nem mesmo pelas mais vis tentativas do inferno.
    A fobia do inimigo não é termos boa estatística, mas ele estremece diante da ideia de que Cristo está impregnado nelas.
    Esta reflexão não traz a ideia de que a única forma de obter qualidade é reduzindo a sua quantidade de números, mas sim, nunca se desviando, ainda que por um milímetro, dos métodos de Cristo.
    Acusar a Bíblia de ser omissa com os números só pode nascer de um coração que foi omisso em sua leitura.
    DEUS QUER NÚMEROS EXPLOSIVOS, DEUS QUER ATÉ O ÚLTIMO CORAÇÃO, MAS JAMAIS FORA DOS CAMINHOS QUE ELE DEIXOU PRESCRITOS.

    “A alma redimida e purificada do pecado, com todas as suas nobres faculdades consagradas ao serviço de Deus, é de inexcedível valor; e há alegria no Céu, na presença de Deus e dos santos anjos, sobre uma alma resgatada — alegria que se exprime em cânticos de santo triunfo.”– (CC, p. 126)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Resgatar o Sacerdócio da Família!

    Tempo de Resgatar o Sacerdócio da Família!

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    Tempo de Resgatar o Sacerdócio da Família!

    A família carece de liderança espiritual, e pais e mães têm papéis igualmente importantes no bom desenvolvimento da família. Mas sobre o pai foi confiada a condução espiritual do lar.
    Ele, de fato, é um sacerdote na família. Lógico que a mãe tem um papel essencial, e talvez até mais profundo, na formação do caráter dos filhos, mas o pai, como um maestro, deve conduzir esse processo de forma harmônica.
    Ele não faz tudo sozinho, mas protagoniza as iniciativas. Por exemplo:

    • Incentivar a leitura individual da Bíblia;
    • Reunir a família para o culto familiar;
    • Adquirir literatura espiritual para sua família;
    • Orar com a esposa;
    • Orar com os filhos.

    Não transfira, nem negligencie esse sacerdócio. Algumas vezes ele parecerá árduo, e de fato o é, mas é profundamente compensador.
    Resgate ou consolide tal sacerdócio de forma corajosa, e urgentemente tome as “rédeas” da condução de sua família. Não deixe que pensamentos de desânimo obstruam esse propósito.
    Onde Deus está presente, há solução. Tome hoje medidas práticas para começar a reverter a sua situação espiritual, bem como da sua família.

    “Ao cumprir fielmente seu dever em casa, o pai como sacerdote da família, a mãe como sua missionária, estarão multiplicando as forças para fazer o bem fora do lar. Ao aproveitar suas faculdades, se tornarão mais capacitados para trabalhar na igreja e vizinhança. Ligando os filhos a si e a Deus, os pais, as mães e os filhos tornam-se coobreiros de Deus.” (TS3, p. 107)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo Perigoso Para a Família

    Tempo Perigoso Para a Família

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    Tempo Perigoso Para a Família

    Nos discursos, principalmente nos cristãos, a família continua ocupando o topo da prioridade. Na verdade, nós não temos dificuldades de reconhecer isso, o problema maior é tornar isso real no nosso dia a dia.
    No texto de hoje, vemos um homem chorando pelo ataque sofrido pela sua família e pela família dos seus liderados, e seguindo a isso uma disposição de batalhar pelo resgate da família.
    Hoje a família está visivelmente sob ataque de:
    • Leis que conspiram contra ela;
    • Uma mídia que, de forma intensa e sistemática, tenta fazer ruir os seus fundamentos;
    • Organizações que têm como objetivo fazer naufragar essa importante instituição;
    • Um sistema educacional que enfraquece, de forma coordenada e não disfarçada, a família tradicional.

    E parece que a família ministerial sofre todos esses ataques de maneira acentuada.
    Precisamos de homens que se levantem de forma corajosa para lutar por sua família, que estejam dispostos a sacrifícios em nome da defesa de sua família. O inimigo não baixará seu arsenal, por isso precisamos melhorar as nossas defesas.

    “Estamos preparando a nós mesmos e a nossa família para compreender a posição de nossos adversários e seus modos de ataque? Nossos filhos estão formando hábitos de decisão, para poderem ser firmes e inflexíveis em toda a questão de princípio ou dever? Oro para que todos nós possamos compreender os sinais dos tempos, e que de tal maneira preparemos a nós e aos nossos filhos, que, na hora do conflito, Deus possa ser o nosso refúgio e defesa. — The Review and Herald, 23 de abril de 1889. – (OC 364)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 2)

    Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 2)

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    Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 2)

    Dicas para evitar uma geração que não conheça o Senhor:

    1. A Bíblia deve ser um elo não negligenciado do berço aos cabelos brancos. Se a família esquecer, a igreja deve lembrar;
    2. Oração se desperta pela instrução e pelo exemplo. Não espere ver seus filhos orando se eles não veem você orando;
    3. Comunhão e Missão não são presentes para a maioridade dos nossos filhos. Começam no ventre e, na maioridade, que eles escolham continuar priorizando isso;
    4. Crie seu filho para servir. O protagonismo é dos pais, mas, mesmo como coadjuvante, a igreja tem um papel importantíssimo nisso;
    5. A paixão pela missão não nascerá no coração dos nossos filhos sem intencionalidade. Comece desde cedo, porque mais tarde pode ser tarde demais;
    6. A fidelidade nos dízimos e ofertas não começa com o primeiro salário do seu filho, mas com a mesada que, desde bebê, ele leva ao altar com a sua ajuda, mesmo sem saber o que está acontecendo;
    7. Não reclame da escravidão virtual dos seus filhos, pois, se olhar bem, talvez você seja colega de cela dele. Sejam o passatempo preferido um do outro;
    8. A pedagogia do NÃO precisa ser mais praticada. Excesso de sim produz superficialidade;
    9. É um grande equívoco alimentar as novas gerações com coisas superficiais. Elas não estão clamando por coisas rasas, mas para sair delas;
    10. Não devemos ter medo de passar a tocha para as novas gerações. Se já tivéssemos feito isso, talvez ela já estivesse mais longe.

    “Os pais não devem negligenciar de sua parte nenhum dever para beneficiar seus filhos. Devem educá-los de tal maneira, que venham a ser uma bênção para a sociedade aqui, e possam colher a recompensa da vida eterna no porvir.”– (CE, p. 43)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 1)

    Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 1)

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    Tempo de Cuidar das Novas Gerações! (Parte 1)

    Dizem que virão gerações mais rasas, mas já há uma parte sólida que indica que não há mais para onde descer. Já me vi ansioso com a ideia de que há lugares mais baixos para descer.
    É bem verdade que não se pode transferir vida espiritual, mas é fato que, quanto menos comprometida é a geração que antecede, a próxima tem menos profundidade.
    Por isso o salmista fala de “contar” para as próximas gerações. Quanto mais Deus for protagonista na geração que se vai, mais forte é a possibilidade da geração seguinte.
    O Ministro cuida da geração vindoura quando prioriza Deus na geração atual. Cuidamos da nova geração com púlpitos fortes com literatura bíblica bem fundamentada.
    Pesquisa feita pelo Grupo Barna, nos Estados Unidos, constatou que menos de um por cento da jovem população aceita a Bíblia. Um outro estudo constatou que “quando ambos os pais eram fiéis e ativos na igreja, 93 por cento de seus filhos permaneceram fiéis. Quando apenas um dos pais era fiel, 73 por cento de seus filhos permaneceram fiéis. Quando nenhum dos pais era particularmente ativo, apenas 53 por cento dos seus filhos permaneceram fiéis. Nos casos em que ambos os pais não eram ativos de forma alguma e só frequentavam a igreja de vez em quando, o percentual caiu para apenas 6 por cento”.
    Você se preocupa com as novas gerações? Então, Ministro, jamais negligencie a atual.

    “Era o propósito de Deus que, quando os filhos das gerações posteriores perguntassem a significação do arco glorioso que abrange os céus, repetissem seus pais a história do dilúvio, e lhes dissessem que o Altíssimo distendeu o arco, e o colocou nas nuvens como uma segurança de que as águas nunca mais inundariam a Terra. Assim, de geração a geração testificaria do amor divino para com o homem, e fortaleceria sua confiança em Deus.”– (PP, p. 66)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Piedade Prática

    Tempo de Piedade Prática

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    Tempo de Piedade Prática

    “…Exercita-te a ti mesmo em piedade…”
    1 Timóteo 4:7B

    A piedade deve ser exercitada, ou então enferruja. O campo filosófico é fascinante, mas se os conceitos não tomarem vida, não passarão de coisas admiráveis que não operam mudanças.
    Não e suficiente o Ministro apenas tentar convencer o rebanho de que a comunhão é um bom caminho – as ovelhas precisam nos ver andando nesse caminho.
    Somos mestres em passar dever de casa para outros, em elaborar fórmulas eficazes, enquanto nossa própria piedade jaz adormecida, quase sem sinais vitais.
    Mas, o que é piedade? Atentemos brevemente ao significado da palavra “piedade”. Ela vem do grego “eusebeia”, e esta é a junção de duas palavras: “eu”, que significa “bom ou correto”, e “sebomaie”, que significa “adorar”. Assim, piedade é adorar bem ou corretamente.
    Portanto, exercite a adoração correta. E uma das mais fortes expressões de piedade é viver uma vida de adoração, e não enclausurar seu significado em uma religiosidade externa.
    Os músculos da piedade não brotam de esteroides que mascaram um aparência de força, mas se diluem ante o menor teste real.
    Já está mais que comprovado que o exercício ajuda a vida espiritual. Mantenha sua adoração em movimento, para não engrossar a fila dos que parecem, mas não são.

    “Quando as lições da Bíblia são aplicadas na vida diária, exercem profunda e duradoura influência sobre o caráter. Timóteo aprendeu e praticou essas lições. Não tinha talentos particularmente brilhantes; mas sua obra era valiosa porque ele usava no serviço do Mestre as habilidades que Deus lhe dera. Seu conhecimento da piedade prática distinguia-o dos outros crentes, e dava-lhe influência.”– {AA, p. 114)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Manter os Fundamentos

    Tempo de Manter os Fundamentos

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    Tempo de Manter os Fundamentos

    Enquanto escrevia, autor do Salmo via que os fundamentos estavam destruídos.
    A palavra usada por Davi é “shathah”, que pode ser usada tanto para a fundação de uma construção quanto para a sua sustentação.
    Esta reflexão não tem a intenção de provocar um saudosismo a respeito de como as coisas funcionavam, mas lembrar que os princípios que sustentam o nosso Ministério e tudo o que ele abarca devem ser protegidos.
    Todas as vezes que negociamos valores em nome de uma suposta modernização, colocamos sob ameaça aquilo que foi erguido com preço muito alto.
    Os grandes abismos que têm tragado muitos Ministérios são frutos de pequenas concessões que jamais deveriam ter sido feitas. Ministros que não suportam a pressão para se amoldar aos dias atuais, ou devem pedir por resistência ou não mais deveriam estar nas trincheiras.
    Podemos reagir de duas maneiras ao vermos os fundamentos serem destruídos:

    1. Indiferença, ou seja, “que outros se preocupem, não eu”;
    2. Resistência, ou seja, “se Deus Se importa, eu me importo”.

    Mas lembre que fundamentos são o que nascem da Escritura, e não dos nossos achismos. Nossa liturgia dele ser definida pelos fundamentos da Palavra. Nossas estratégias missionárias devem ser geradas pelos princípios bíblicos.
    Nunca esqueça que qualquer ataque aos fundamentos é um ataque a quem os lançou, e qualquer omissão diante desses ataques é um “fogo amigo” contra o próprio Céu.
    Um Ministério que não é pautado pela Palavra, não passa de uma coleção de equívocos, não importa quão próspero ele pareça.

    “Os mesmos princípios de piedade e justiça que deviam orientar os líderes entre o povo de Deus nos dias de Moisés e de Davi, deviam ser igualmente seguidos por aqueles a quem foi entregue o cuidado da recém-organizada igreja de Deus na dispensação cristã. Na obra de ordenar as coisas em todas as igrejas, e na ordenação de homens capazes para agir como oficiais, os apóstolos se orientaram pelas altas normas de governo esboçadas no Antigo Testamento.”(AA, p. 52)

    Autor Pr. Paulo Ki

     

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  • Tempo da Comunhão com Deus em Primeiro Lugar!

    Tempo da Comunhão com Deus em Primeiro Lugar!

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    Tempo da Comunhão com Deus em Primeiro Lugar!

    Se fôssemos fazer uma escala das batalhas mais cruéis e desafiadoras do mundo masculino e, consequentemente, do Ministério, sem dúvida os aspectos da sexualidade ocupariam o topo.
    Porém, o que esquecemos é que o crescimento em larga escala das quedas nessa área é devido à negligência na comunhão com Deus, pois isso abre facilmente todas as portas para todos os tipos de pecados.
    Então eu diria que o primeiro muro protetor do homem em suas batalhas é, sem dúvidas, a sua comunhão com Deus por meio da Bíblia, da oração e do envolvimento na Missão.
    Na autópsia de toda queda moral há uma Bíblia fechada e uma vida de oração rasa.
    Sim, devemos fechar a porta para esse arsenal contra o homem e sua pureza. Existem dicas promissoras para sermos exitosos, e que, se somadas à dependência de Deus, nos fariam vitoriosos.
    Os primeiros passos dessas batalhas devem ser em direção à comunhão, aquela poderosa armadura sugerida por Paulo em Efésios 6.
    Não podemos subestimar nenhuma armadilha que o inimigo forja contra nós e o nosso Ministério, porém o pior mesmo é as armadilhas nos encontram desprovidos de força espiritual.
    Um Ministro que não tem como prioridade as disciplinas espirituais está construindo a curto prazo uma história de fracassos que nem sempre serão públicos, mas que Deus será sempre espectador.

    “A resistência à tentação deve partir do homem, que por sua vez deve obter de Deus o poder. De um lado se acham sabedoria infinita, compaixão e poder; do outro, debilidade, pecaminosidade e incapacidade absoluta.”(AA, p. 270)

    Autor Pr. Paulo Ki

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