Autor: Roni Moreira

  • Tempo de Voltar Atrás!

    Tempo de Voltar Atrás!

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    Tempo de Voltar Atrás!

    “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te, e volta à prática das primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei e tirarei do seu lugar o teu castiçal se não te arrependeres.”
    Apocalipse 2.5

    Há um canto inebriante que alcançou o Ministério e que, na essência, traz a seguinte ilusão: “você volta a qualquer hora”.
    Há uma perigosa verdade nessa premissa. Qual seria? Você, de fato, pode voltar a qualquer hora, mas cuidado, pois qualquer hora você pode nunca mais querer voltar.
    A história das 7 igrejas do Apocalipse é um álbum de fotos de Deus, com lembranças das idas e vindas da Sua Igreja.
    No texto acima, Deus está lembrando à Igreja ”desejável” que era “tempo de voltar atrás”. Com esse apelo, Cristo não estava prevendo o fim do Seu amor, mas o fim do nosso desejo.
    Entre a primeira igreja que recebeu o apelo acima e a última, que estamos vivendo, é fato que não houve esgotamento da Graça, mas há histórias de idas sem vindas.
    Cristo mencionou, no versículo acima, três passos práticos que devemos dar a fim de voltar ao primeiro amor:

    1) Lembrança (“lembra-te”);
    2) Arrependimento; (“arrepende-te”);
    3) Recomeço (“volta à prática das primeiras obras”).

    Lembre-se da Graça já provada e volte para lá. Esse oceano nunca diminui. Arrependa-se de sua indolência ou mesmo do abismo em que você se colocou voluntariamente, e que você já nem vê mais a borda, e recomece. Toda voz que diz que isso é impossível será abafada por um Deus que nunca desistiu de você.

    “Abandonai a suspeita de que as promessas de Deus não se referem a vós. Elas são para todo transgressor arrependido. Força e graça foram providas por meio de Cristo, sendo levadas pelos anjos ministradores a toda alma crente. Ninguém é tão pecaminoso que não possa encontrar força, pureza e justiça em Jesus, que por ele morreu. Cristo está desejoso de tirar-lhes as vestes manchadas e poluídas pelo pecado, e vestir-lhes os trajes brancos da justiça; Ele lhes ordena viver, e não morrer. (CC, p. 52)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Encontrar Arrependimento!

    Tempo de Encontrar Arrependimento!

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    Tempo de Encontrar Arrependimento!

    “E ninguém seja devasso, ou profano, como Esaú… que, querendo ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento, ainda que com lágrimas o buscou”.
    Hebreus 12:16-17.

    Parece que o título proposto e o verso bíblico conflitam, e provocar essa sensação foi proposital.
    O objetivo da reflexão de hoje é ser sinal de esperança, mas também de alerta. Há o risco de preparamos o coração dia a dia para a esterilidade, pois essa crosta que nele se forma não é repentina. Nela há pequenos fragmentos das nossas concessões que são rejuntados com pecados não confessados.
    Muitas vezes, tragicamente à semelhança de Esaú, no nosso eterno patinar entre o espiritual e o superficial, esquecemos que em cada visita ao abismo trazemos um pouco dele, e então um dia acordamos com lágrimas nos olhos, mas com o coração seco de joelhos e não rendidos. Então provamos a assustadora experiência do não sentir.
    Não sou defensor de que dentro do tempo de Graça ela se esgote. Deus sempre estará lá, mas as rebeldias acumuladas nos paralisam. A Graça ainda pode nos alcançar, mas não há mais forças para clamar.
    Por isso, pare agora essa trajetória rumo à insensibilidade. É tempo de frear bruscamente essa caminhada rumo a um viver estéril e que perde a graça na Graça.
    Retorne agora, você não é o impossível de Deus. Sua conclusão de que você foi longe pode não estar errada, talvez seu equívoco esteja em relação à Graça, medindo-a pobremente.

    “Cristo é a fonte de todo bom impulso. Ele unicamente, é capaz de implantar no coração a inimizade contra o pecado. Todo desejo de verdade e pureza, toda convicção de nossa própria pecaminosidade, é uma evidência de que Seu Espírito está operando em nosso coração.” – (CC, p. 26.2)

    Autor Pr.Paulo Ki

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  • Tempo de Pensar Mais no Rei e Menos na posição ocupada no Reino!

    Tempo de Pensar Mais no Rei e Menos na posição ocupada no Reino!

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    Tempo de Pensar Mais no Rei e Menos na posição ocupada no Reino!

    “Convém que Ele cresça e que eu diminua.”
    João 3:30.

    No Ministério, o ideal é sempre haver crescente humildade, não importa o “nível” do serviço realizado, por mais importante que pareça (ou devesse parecer) aos olhos humanos.
    Ter orgulho da quantidade ou da qualidade do que fazemos para Deus é um terreno perigoso. Apenas em ter o privilégio de ser um Ministro de Deus, apesar de nós mesmos, já deveria nos assombrar. É um ato de Graça, não uma contrapartida a currículo.
    Na vida ou no serviço do Reino estamos sempre em débito, não somos credores.
    A consciência da nossa pequenez é uma vacina poderosa no que diz respeito à poderosa tentação de viver um Ministério em que temos a sensação que as igrejas que pastoreamos ou nossos líderes estão nos devendo algo.
    No Ministério, só queira ir aonde Deus queira levar você, pois esse será sempre o melhor lugar.

    “As tentações especiais de Satanás são dirigidas contra o ministério. Ele sabe que os ministros são apenas entes humanos, não possuindo em si mesmos graça, nem santidade; que os tesouros do evangelho foram colocados em vasos de barro, os quais só o poder divino pode tornar vasos para honra. Sabe que Deus tem ordenado que os ministros sejam um meio poderoso para a salvação de almas, e que eles só poderão ser bem-sucedidos em sua obra à medida que permitem que o Pai eterno lhes domine a vida.” (OE, p. 124)

    Autor Pr. Paulo ki

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  • Tempo de Sair do Fundo do Poço!

    Tempo de Sair do Fundo do Poço!

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    Tempo de Sair do Fundo do Poço!

    “Ele me tirou de um poço de destruição, de um atoleiro de lama; pôs os meus pés sobre uma rocha e firmou-me num local seguro.”
    Salmo 40:2

    Não estranhe o fundo do poço, mas jamais se acostume lá. Esse Salmo é de Davi e, sim, ele já esteve lá.

    Estes são os perigos do fundo do poço:

    1. Logo deixa ser um lugar de trânsito e vira moradia;
    2. Lá é mais fácil crer que não há o que fazer;
    3. Muitos que estão lá tentaram nos convencer que não é tão ruim como parece;
    4. Cria a falsa sensação de que podemos deixar esse lugar quando quisermos.

    O fundo do poço pode se apresentar de várias formas:

    1. Mergulhar no pecado;
    2. Um esgotamento espiritual;
    3. Um esgotamento emocional;
    4. Um esgotamento físico.

    Todas elas são prisões de difícil liberdade, mas nenhuma é o fim da jornada.
    O fundo do poço não é maior que o braço da misericórdia. Ninguém foi tão longe que o amor de Deus não possa trazer de volta. A profundidade do poço ou a sujeira dele não desanimará o coração gracioso de Deus, Ele só precisa saber que você quer sair.

    “Podemos ir a Ele com todas as nossas fraquezas, leviandade e pecaminosidade, e rojar-nos arrependidos aos Seus pés. É Seu prazer estreitar-nos em Seus braços de amor, atar nossas feridas, purificar-nos de toda a impureza.”– (CC, p. 52)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Coragem Para Ser Bíblico

    Tempo de Coragem Para Ser Bíblico

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    Tempo de Coragem Para Ser Bíblico

    “…Crede no Senhor vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis”
    2 Crônicas 20:20

    Quando a Bíblia perde o protagonismo no Ministério, o caminho da decadência começa a ser aberto.
    Numa das maiores crises do povo de Deus, essa afirmação foi ao mesmo tempo um alento e uma repreensão.
    É preciso coragem para ser bíblico num tempo onde ser raso é apreciável. Muitas vezes tal coragem de permanecer ao lado da Bíblia só será apreciada pelo Céu, mas a pergunta é: do que mais precisamos?
    O texto nos lembra que segurança e prosperidade nascem da confiança inabalável em Deus e de tratar a Bíblia como o Livro dos livros.
    Quando um Ministro começa primariamente a tornar seus conselheiros para o êxito Ministerial os livros que falam do Senhor, em vez de o Livro do Senhor, ele deu um passo na areia movediça.
    A vontade de Deus deve ser uma premissa soberana na vida do Ministro, não importa o que isso vai lhe custar.
    Não espere ser diferente, tratando a Bíblia de modo indiferente. A Bíblia jamais deve ser a segunda opinião sobre qualquer assunto. Tenha coragem para ser bíblico, pois qualquer outro caminho que o Ministério tomar tem como destino a ruína.
    Não se “atualize” em nome de um reconhecimento que não traz o aval do Céu.
    Que a Bíblia seja a base para decisões a serem tomadas neste dia. Elas nem sempre serão confortáveis, mas sempre serão o melhor.
    A Palavra algumas vezes vai acomodar, em outras incomodar; em qualquer circunstância, Ela deve ser sempre bem-vinda.

    “Cada qual tem de agora estudar a Bíblia por si mesmo, de joelhos perante Deus, com o coração humilde e dócil de uma criança, se quiser saber o que é que o Senhor dele requer. Por muito alto que qualquer pastor tenha estado no favor de Deus, se negligenciar seguir a luz que lhe é dada por Deus, se se recusar a ser ensinado como uma criancinha, entrará em trevas e enganos satânicos, e levará outros para o mesmo caminho.”– (CI, p. 342)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Negar a Si Mesmo!

    Tempo de Negar a Si Mesmo!

    Tempo de Negar a Si Mesmo!

    “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me.”
    Mateus 16.24

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    Certa vez comecei a ler um livro desafiador: “10 Coisas que Gostaria que Cristo Nunca Tivesse Dito”. Sim, o texto acima era uma delas.
    O cristianismo cresceu e tem crescido, mas a tentação de fazer ajustes nele cresce na mesma proporção. Há, hoje, uma forte tendência de um Evangelho self-service. Tipo “escolha o que lhe faz bem”. O que não nos confronta.
    Negar a si mesmo está, sem dúvidas, no pódio dos maiores desafios da vida cristã e, consequentemente, do Ministério. Por isso, muitos Ministros querem dar uma interpretação mais amena, mas não há saída teológica para a afirmação de Cristo registrada no texto acima.
    A questão não é negar algumas coisas a si mesmo, mas negar a si mesmo. É dizer “não” ao eu e “sim” a Cristo, repudiar o eu e reconhecer a Cristo como Senhor de nossas vidas.
    O orgulho é a raiz de onde brota tudo o mais que se opõe a Deus.
    O que é a autonegação? Ela não deve ser confundida com autoflagelo. Negar a si mesmo não é viver se punindo. Tem a ver com devolver a Cristo o governo na nossa existência e nos destronar. Sem dúvidas é um caminho doloroso, mas redentivo.
    Como já dizia C.S.Lewis: “A coisa mais terrível, quase impossível, é entregar o seu ser totalmente – todas as suas vontades e precauções – a Cristo.”
    Negar a si mesmo vai gerar muitas perdas, mas jamais sua perdição. Negar a si mesmo levará você pros bastidores, mas que importa, se Cristo está lá?

    “Há um quadro representando um boi parado entre um arado e um altar, com a seguinte inscrição: “Pronto para um ou para outro”, pronto para o trabalho do campo ou para ser oferecido sobre o altar do sacrifício. Tal é a posição do verdadeiro filho de Deus — pronto para ir aonde o dever o chama, negar-se a si mesmo, sacrificar-se pela causa do Redentor.” (CBV, p. 502)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Urgência!

    Tempo de Urgência!

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    Tempo de Urgência!

    “Assim fala o Senhor dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada.”
    Ageu 1:2

    No tempo do profeta Ageu, havia quase que uma unanimidade de propósito. O templo do Senhor precisava ser reerguido, mas a sensação de que “Não veio ainda o tempo”, ofendeu a Deus.
    O Ministério vive hoje algo semelhante, pois é óbvia a necessidade urgente de um despertamento espiritual. O que temos hoje de vigor espiritual não nos fará ir muito longe – se é que temos pelo menos algum vigor para dar o próximo passo.
    Sabermos ser urgente a necessidade de sair deste terreno encantado que nos destrói mesmo nos fazendo parecer que estamos vivos, mas, à semelhança do povo daquela época, nos escondemos atrás do “Não veio ainda o tempo”, como se Deus estivesse disposto a guardar nossa ressurreição espiritual para um tempo profético específico. Na agenda de Deus, esse tempo é hoje.
    “Cristãos, se alguns de vocês são tentados a adiar algum serviço para Deus que está em seu coração, peço que lembrem das palavras de seu Senhor, e imitem a sua ação imediata, ‘É necessário que façamos as obras daquele que Me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo’(Jo 9.4)” (Charles Spurgeon, Exposition of Haggai).
    Uma vida que vive de adiamento da busca espiritual, logo será tomada de uma indolência espiritual difícil de se libertar. O tempo é agora! Interrompa esta leitura, dobre os joelhos e clame pelo reavivamento.

    “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Importa haver diligente esforço para obter a bênção do Senhor, não porque Deus não esteja disposto a outorgá-la, mas porque nos encontramos carecidos de preparo para recebê-la. Nosso Pai celeste está mais disposto a dar Seu Espírito Santo àqueles que Lho peçam, do que pais terrenos o estão a dar boas dádivas a seus filhos. […] Só podemos esperar um reavivamento em resposta à oração.” (ME 1, p. 121)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Cuidar Uns dos Outros!

    Tempo de Cuidar Uns dos Outros!

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    Tempo de Cuidar Uns dos Outros!

    “Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo”
    Provérbios 27:17

    Não há dúvidas, à luz da Bíblia, que impactamos a vida dos que estão ao nosso redor. Tornar melhor ou “afiar” os que nos cercam é realmente um gesto nobre, mas uma das tragédias dos dias atuais é a indiferença. Não queremos afiar ninguém porque há desgastes pessoais em quem afia. Afiar alguém às vezes vai custar fazê-lo melhor do que nós. Então preferimos golpear com força que cause dano, ao invés de usar o benefício mútuo de afiar.
    A ideia desse provérbio está claramente ligada à forma como as pessoas que estão ao nosso lado nos “afiam”, nos moldam.
    A arte de dividir o pódio é cada vez mais rara no Ministério ou, para os que foram um pouco mais profundo, alegrar-se com os que estão no pódio, mesmo não estando lá.
    Esta reflexão não é um chamado ao corporativismo, mas a desenvolver um senso espiritual que se importa de forma genuína com a luta espiritual dos que dividem a trincheira conosco.
    O Céu não ficaria feliz com nenhuma complacência de nossa parte com nossos pecados ou dos outros, mas o enchemos de igual tristeza ao não sermos sensíveis e operantes com as lutas dos que caminham esta jornada conosco.

    “Ao partilharmos de Seu Espírito, olharemos todos os homens como irmãos, com idênticas tentações e provas, caindo muitas vezes e lutando por se erguer novamente, combatendo contra o desânimo e as dificuldades, sedentos de simpatia e auxílio. Então nos aproximaremos deles de modo a não desanimá-los nem repeli-los, mas a despertar esperança em seu coração.” (CBV, p. 164-165)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Reconhecer e Apoiar os Jovens

    Tempo de Reconhecer e Apoiar os Jovens

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    Tempo de Reconhecer e Apoiar os Jovens

    “… Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes…”
    1 João 2:14

    No calendário eclesiástico da Igreja, hoje é comemorado o “Dia Mundial do Jovem Adventista”.
    Lembro de uma frase típica de algumas décadas atrás: “os jovens são o problema da igreja”. Essa visão equivocada nos trouxe sérios problemas e talvez tenha causado alguns atrasos.
    Houve uma resistência, no fundo irracional, quanto a “passar o bastão”, não sei se fruto de ciúmes ou de equívocos inocentes. Mas, enfim, com programas como Missão Calebe, Um Ano em Missão e muitos outros, entendemos que eles fazem grande diferença.
    Se você tiver a honestidade de pegar o seu planejamento, verá que os índices missionários mais elevados ocorrem quando o protagonismo está nas mãos deles, sem contar que, quando somos evidenciados para o público externo, em geral eles foram o trampolim.
    A Bíblia já dizia que eles são “fortes”. Se ainda há resíduos de desconfiança quanto ao potencial da juventude, isso é, no mínimo, injusto e antibíblico.
    Em geral, o “Dia Mundial do Jovem Adventista” é sempre um período de menos dor no mundo, pois eles saem para fazer a diferença. Por isso, Ministro, se os jovens ainda não fazem parte do seu “pelotão de elite”, reveja seus conceitos urgentemente.

    “Que se deve fazer para salvar a nossos jovens? Nós podemos fazer pouco, mas Deus vive e reina, e Ele pode fazer muito. Os jovens são nossa esperança para a obra missionária.”– (FEC 320)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Unção!

    Tempo de Unção!

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    Tempo de Unção!

    “O Senhor me guarde, de que eu estenda a mão contra o ungido do Senhor; agora, porém, toma a lança que está à sua cabeceira e a bilha de água, e vamo-nos.”
    1º Samuel 26:11

    Achar que a unção que recebi na Ordenação é vitalícia, no sentido de poder espiritual para o dia a dia de um Ministro, é, com certeza, um equívoco.
    Ordenação não é linha de chegada, mas ponto de partida. Ainda me lembro do dia da minha Ordenação, um dia muito especial. Esse selo no Ministério é, sem dúvida, cercado de circunstâncias especiais. Não podemos subestimar a importância desse momento. Talvez agora aquelas cenas especiais estejam vindo à sua mente.
    Um dia vi uma esposa de Pastor usar essa expressão: “Ungidos sem Unção”. Era o tema de um artigo que ela queria escrever para a Revista Ministério. Há muitos hoje que, infelizmente, vivem essa realidade. Tiveram a cerimônia da Ordenação, mas nunca buscaram uma dependência contínua de Deus. São formalmente ungidos, mas sem nenhuma unção.
    Saul foi um exemplo claro disso. O texto de hoje retrata a triste realidade de um ungido sem unção. Todos se lembravam da unção de Saul e ao mesmo tempo testemunhavam uma vida sem poder.
    Vergonhoso não é entregar a Credencial, mas viver vergonhosamente enquanto continua com ela.
    Que bom saber que Deus, dia a dia, nos oferece a oportunidade de mudarmos nossa realidade espiritual! Deus não quer de volta nossa Credencial, no fundo Ele quer de volta o nosso coração, para que vivamos de forma honrada com ela.

    “O Senhor necessita de homens de vida espiritual intensa. Cada obreiro pode receber uma dotação de forças do alto, e avançar com esperança e fé na estrada em que Deus o convida a andar. A Palavra de Deus permanece no jovem obreiro consagrado. Ele é pronto, zeloso, poderoso, tendo no conselho de Deus fonte infalível de provisão.” (OE, p. 64)

    Autor Pr. Paulo Ki
     

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