Autor: Roni Moreira

  • Tempo de Recomeçar Mais Uma Vez!

    Tempo de Recomeçar Mais Uma Vez!

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    Tempo de Recomeçar Mais Uma Vez!

    “Mas ide, dizei a Seus discípulos, e a Pedro, que Ele vai adiante de vós para a Galileia; ali O vereis, como Ele vos disse.”
    Marcos 16:7

    No texto de hoje, lá estava Pedro, ciente dos seus fracassos (mais um para a coleção) – talvez já conjugando Ministério no passado, pois havia falhado de forma flagrante com Cristo; talvez sem mais se sentir parte do grupo seleto dos doze (agora onze, e talvez, pelo pessimismo que o rondava, seriam somente 10).
    Porém, a Graça de Deus mostra-se de forma personalizada. O anjo enviou a Pedro uma mensagem particular, pois as palavras: “Mas ide, dizei a Seus discípulos, e a Pedro…” seriam redundante, afinal, Pedro era um discípulo.
    Jesus sabia que aquele apóstolo vivia um dos seus momentos mais difíceis, crendo que seu fracasso o havia amputado do Ministério, mas a surpreendente Graça de Deus estendeu-lhe a Mão da misericórdia. Ele havia negado Jesus, por isso não mais se sentia digno do Ministério, porém Deus não havia desistido de Pedro, pois “Ele não desiste dos que desistem”.
    Talvez, como Pedro, você se sinta indigno do Ministério, e nisso não posso discordar de você, pois nenhum de nós é digno, mas Deus, na Sua infinita misericórdia, estende a oportunidade de recomeço.

    “Não retenhamos coisa alguma dAquele que deu Sua preciosa vida por nós. … Consagremos todos a Deus a propriedade que Ele nos confiou. Acima de tudo, demo-nos nós mesmos a Ele como oferta voluntária.” (Signs of the Times, 7/1/1889.)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Fidelidade ao Chamado!

    Tempo de Fidelidade ao Chamado!

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    Tempo de Fidelidade ao Chamado!

    O Apóstolo Paulo carregou por toda a vida uma profunda convicção do seu Chamado. Sabia que seu trabalho não era fruto de um acidente de percurso. A certeza de que o que fazia era resultado de uma convocação de Deus mudava toda a sua perspectiva na realização das coisas.
    Quero, na meditação de hoje, fazer sete considerações sobre Chamado:

    1. A certeza do Chamado evitará sermos reféns da mediocridade;
    2. Jamais negocie seu Chamado – não há proposta à altura disso;
    3. Quando perdemos a convicção do Chamado, só resta o profissionalismo e, creia, Deus merece mais;
    4. Convicção do Chamado é saber que seu Ministério não lhe pertence. Você não está a serviço do que é comum;
    5. Quando estamos certos do Chamado, a estagnação jamais será uma opção;
    6. Deus não erra na seleção. Ele chamou você, honre isso;
    7. Mantenha a certeza do Chamado sempre à vista, ela será uma vacina contra qualquer desvio de um viver extraordinário.

    “As energias do pastor são todas necessárias para o seu alto chamado. Suas melhores faculdades pertencem a Deus. Não deve ele envolver-se em especulações, ou em qualquer outro negócio que o desvie de sua grande obra. ‘Ninguém que milita’, escreveu Paulo, ‘se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar Aquele que o alistou para a guerra’ (2 Timóteo 2:4)” (AA, p. 365)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Identificar Perigos!

    Tempo de Identificar Perigos!

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    Tempo de Identificar Perigos!

    Não preciso ser um especialista para afirmar que o Ministério e suas peculiaridades têm sido alvo do arsenal do inimigo.
    Há muitos perigos que rondam o Pastor, muitas vezes até com aparência inofensiva, mas que têm potencial destruidor.
    A queda de um Ministro será sempre o prato do dia do inimigo, pois tal queda tem efeitos geográficos e temporais maiores. Por isso precisamos ser vigilantes, discernir esses perigos que nos rondam e ter uma estratégia clara para enfrentar seus ataques.
    Enumero alguns (depois analisaremos cada um de forma separada) perigos que nos cercam e podem colocar o que temos de mais precioso em risco:

    1. Descontrole financeiro;
    2. Pornografia;
    3. Excesso de entretenimento;
    4. Infidelidade;
    5. Sede de poder;
    6. Perda de propósito;
    7. Negligência da família;
    8. Espiritualidade rasa.

    A lista é grande e variada.
    Algumas vezes parecem invencíveis, e outras vezes tão simples que subestimamos e acabamos também sendo derrotados por eles. Uma coisa é certa: não podemos impedir que nos cerquem, mas podemos, sem dúvida, impedir os seus avanços.

    “Não basta que evitemos perigos manifestos e passos arriscados e incoerentes. Cumpre-nos manter-nos achegados a Cristo, andando no caminho da abnegação e do sacrifício. Não devemos permitir que sejam cegadas nossas percepções espirituais, como o são muitas vezes, por uma vontade forte, determinada. E a fim de perceber os artifícios de Satanás e resistir a seus inesperados ataques, precisamos ter a graça de Cristo e a comunicação de Seu Espírito.” (MM – NAV/1962, p.130.)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Resgatar!

    Tempo de Resgatar!

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    Tempo de Resgatar!

    “Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados.”
    Tiago 5:20

    Deve ser inerente ao Ministério a luta persistente pelos que se afastaram. Deveria a busca pelos que se desencantaram ser muito mais que um evento anual, mas parte do seu cotidiano.
    As pessoas podem até ser removidas do rol de membros, mas jamais o são dos sonhos que Deus tem para elas e, consequentemente, dos esforços que devemos empreender para trazê-las de volta.
    Não devemos tratar as pessoas pelas quais Cristo morreu como meros números de estatísticas. O seu valor não existe só enquanto elas perseveram.
    O Ministro que é indiferente com os afastados deveria morar em Lucas 15 até a sua conversão.
    No texto de hoje Tiago nos lembra que é parte da obra do cristão a luta por trazer de volta os que deixaram o redil, que a pessoa não é alvo da missão só uma vez.
    É medíocre precisar de um calendário para lembrar disso que é nada menos que um preceito bíblico.
    As atitudes para este dia de resgate e reencontro são em maior quantidade do que de costume:

    1. Escolha 10 adventistas afastados como alvo para trazer de volta esse ano;
    2. Ligue hoje para pessoas que marcaram seu Ministério e não estão mais na igreja;
    3. Ligue para alguém que deixou o Ministério só para orar por ele;
    4. No seu calendário de visitação, coloque sempre alguém que deixou a igreja;
    5. Crie uma lista de transmissão e envie mensagens de ânimo aos que se afastaram.

    “A fim de fazer uma verdadeira representação do misericordioso, terno e amável cuidado do Pai, Jesus apresentou a parábola do filho pródigo. Embora Seus filhos caiam em falta e se extraviem dEle, se se arrependerem e voltarem, Ele os receberá com a alegria manifestada por um pai terrestre, ao receber um filho há muito perdido que, arrependido, voltou para casa.” (Ev, p. 56)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Cura Interior!

    Tempo de Cura Interior!

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    Tempo de Cura Interior!

    Às vezes o esgotamento se apresenta após um triunfo, e isso se deu com Elias. Ele viu Deus agir de forma incontestável e, apesar de um mar de evidências, sucumbiu.
    Não quero oferecer um diagnóstico preciso do mal que acometeu o profeta, mas qual o programa de Deus para cuidar dos esgotados?

    1. Deus não desiste dos que desistem;
    2. Deus se importa com suas emoções (Ele veio até Elias);
    3. Deus entende suas limitações (Ele não acusou Elias);
    4. Deus acha o descanso importante (Elias dormiu);
    5. Deus leva em conta os aspectos físicos (Elias se alimentou);
    6. Deus leva em conta o exercício (Elias caminhou);
    7. Faz um convite a sair do esgotamento (“O que fazes aqui, Elias?”).

    Seu cansaço e suas frustrações não passam despercebidas diante de Deus. Não é com um olhar impaciente que Ele contempla isso. Sua história de batalhas pessoais, que têm como campo de batalhas o íntimo da alma, é assunto no Céu.

    “Frequentemente o tentador vem a nós como foi a Cristo, apresentando nossas fraquezas e enfermidades. Espera desanimar-nos, e romper nossa ligação com Deus. Então está seguro de sua presa. Se o enfrentássemos como Jesus fez, haveríamos de escapar a muita derrota. Parlamentando com o inimigo, damos-lhe vantagem.” (DTN, p. 121-122)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Servir!

    Tempo de Servir!

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    Tempo de Servir!

    “Pedro atendeu e foi com eles. Tendo chegado, conduziram-no para o cenáculo; e todas as viúvas o cercaram, chorando e mostrando-lhe túnicas e vestidos que Dorcas fizera enquanto estava com elas.” Atos 9:39

    Qual é a sua marca? Se alguém quisesse definir o seu Ministério de forma sintetizada, que palavra seria mais usada?
    Dorcas tinha uma vida de serviço tão intensa que a comunidade se recusava a aceitar a interrupção de sua vida.
    Quando Pedro entrou no recinto, o argumento para que algo fosse feito quanto a Dorcas era o resultado de suas obras, não uma frase de efeito dos seus discursos, nada relativo a habilidades de retórica. Pedro via por todos os lados roupas e cobertores que faziam aquela comunidade se sentir meio que órfã sem a presença de Dorcas.
    Não era a questão de uma pessoa a menos, era alguém que fazia a diferença. Dorcas viva era símbolo de noites e corações aquecidos. Dorcas viva era símbolo de um “enxoval para o bebê”. Enfim, o mundo seguiria sem ela, mas se tornaria menor.
    Pastor, seu Ministério pode ter marcas das mais diversas, mas o serviço não deve ser um item do menu para você analisar se há lugar para ele.
    Aquela “revolução” em volta de Pedro, que terminaria numa ressurreição, se deu porque uma vida de serviço sempre deixará nas pessoas marcas em alto relevo.
    A história de Dorcas traz um recado poderoso para o Ministério. Precisamos nos preparar bem para o púlpito, mas, se não descermos de lá para o serviço, não esperemos ser levados a sério.

    “Ela, Dorcas, havia sido uma digna discípula de Jesus Cristo, e sua vida havia-se caracterizado por obras de caridade e bondade para com os pobres e atribulados e pelo zelo na causa da verdade…” (BS, p. 67)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Um Ministério Sem Máscaras

    Tempo de Um Ministério Sem Máscaras

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    Tempo de Um Ministério Sem Máscaras

    “E disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome. E lhe chamou Israel.”
    Gênesis 35:10

    Todos conhecemos a história de Jacó, e que numa parte da sua vida o significado do nome, “enganador”, lhe cabia bem. Para receber a bênção do seu pai, usou um artifício carregado de mentira.
    O texto acima apresenta o dia em que a trajetória desse homem sofreu uma mudança na essência. Essa não era a primeira experiência de Jacó com Deus, mas foi o dia em que ele entendeu que, às vezes, para haver o milagre que precisamos, a primeira coisa a fazer é tirar as máscaras.
    Não se engane: as máscaras não funcionam com Deus. Nossas manipulações podem até atrair a atenção dos homens, mas Deus nos conhece na nossa essência. Sem essa autoexposição, não há possibilidade de genuína transformação.

    Quais são os problemas das máscaras?

    1. Elas são uma declaração íntima de que não queremos um novo coração, pois fingir é mais confortável;
    2. Um Ministério com máscaras será sempre desprovido de poder, pois é uma farsa;
    3. Máscaras constroem reputação; exposição plena à Graça de Deus transforma caráter;
    4. Máscaras são pesadas e a cada dia que a usamos elas ganham robustez.

    Neste dia, exponha-se ao toque restaurador de Deus, leve a Ele todas as suas máscaras ou, se você acha que não as tem, leve a Ele a máscara do autoengano.

    “Foi pela fé e oração que Jacó, de homem fraco e pecador, com o auxílio de Deus se tornou um príncipe. É assim que vos podeis tornar homens e mulheres de santo e alto ideal, de vida nobre, homens e mulheres que por motivo nenhum se deixarão transviar da verdade, do direito e da justiça.”– CBV, p. 511.2

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  • Tempo de Ser Irrepreensível!

    Tempo de Ser Irrepreensível!

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    Tempo de Ser Irrepreensível!

    “É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível…”
    1 Timóteo 3:2

    Quando Paulo, escrevendo ao jovem pastor Timóteo, encabeça a lista de qualidades de um Ministro com “… seja irrepreensível…”, ele sintetiza bem que o Ministério é uma vitrine, e disso não podemos fugir.
    Algumas vezes as cobranças serão desproporcionais e, em outros momentos, parece que o olhar indiferente da igreja nos deixa acomodados demais.
    Quem está no Ministério deve entender que nesse combo está incluído ser vitrine e ser vidraça. Está embutido de forma que não dá para dissociar, pois, como mais tarde Paulo vai lembrar ao jovem pastor: “… torna-te o exemplo dos fiéis…” (1 Timóteo 4:12).
    Isso não é algo do qual podemos tirar férias, e se tal fidelidade não passar de uma máscara, ninguém terá forças para usá-la a vida toda. Sem falar que o que realmente somos está sempre diante de Deus.

    Três importantes conselhos sobre fidelidade:

    1. Não pode ser uma fidelidade seletiva, ou seja, ser fiel só com aquilo que não me custa nada, que não me tira da zona de conforto;
    2. O alvo da nossa fidelidade não deve ser o aplauso humano. Precisamos ser fiéis ainda que que Deus seja a única “plateia”;
    3. Deixe sua fidelidade inspirar outros. Não podemos querer uma igreja mais missionária quando nossa vida de missão é medíocre, ou desejar uma igreja mais dependente de Deus quando temos uma comunhão sofrível. Nem esperar os tesouros da casa de Deus cheios, quando há pouco dos nossos recursos lá.

    “Cristo estará com todo o ministro que, embora não tenha alcançado a perfeição de caráter, está procurando com o maior fervor tornar-se semelhante a Cristo.” (TM, p. 143)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Vigiar (parte 2)

    Tempo de Vigiar (parte 2)

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    Tempo de Vigiar (parte 2)

    “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.”
    Tiago 4:7

    Continuando a meditação de ontem sobre o _top 10_ das armadilhas mais perigosas para o Ministério, seguimos com:

    7. Não perca a convicção do Chamado, pois depois disso a escada que existe é só decadente;
    8. Não faça concessões com seus princípios, pois é uma negociação em que nunca se ganha;
    9. O descuido com as finanças e os seus desdobramentos ainda têm a medalha de bronze no pódio da desgraça;
    10. Nunca deixe os aplausos dos homens fazerem você avançar um milímetro sequer contrário aos desígnios de Deus para o seu Ministério.

    Que Deus, por meio da Sua Palavra, seja o balizador das suas escolhas.
    As armadilhas são muitas e se multiplicam e se inovam a cada dia. O nosso Escudo contra elas continua sendo o mesmo: DEUS. Que, de forma prática, Ele seja entronizado em nós pela Sua Palavra, por uma vida de oração consistente e por uma paixão em servi-Lo na Missão.

    “Ministros de Cristo, que tendes vós a contar quanto a vós mesmos? Que conflito de alma experimentastes vós, que se tornou em bem para vós, para outros, e para a glória de Deus? Vós, que professais estar proclamando a última e solene mensagem de misericórdia ao mundo, qual é vossa experiência no conhecimento da verdade, e quais têm sido seus efeitos sobre o vosso próprio coração? Acaso vosso caráter testifica em favor de Cristo? Podeis vós falar da influência da verdade como é em Jesus, a qual refina, enobrece e santifica?” (OE, p. 273)

    Autor Pr. Paulo Ki

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  • Tempo de Vigiar (parte 1)

    Tempo de Vigiar (parte 1)

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    Tempo de Vigiar (parte 1)

    “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”
    1 Pedro 5:8 (ARC)

    1. Qualquer Ministério que subestime a importância da Bíblia tem vida curta ou média, porém sem poder;
    2. Um Ministro sem vida de oração consistente é uma presa fácil. Aliás, ele caminha voluntariamente para as algemas do inimigo;
    3. Um Ministério sem foco na Missão não está vivo, mas “vivendo” uma sobrevida;
    4. Se sua família não é seu primeiro rebanho, não tenha sonhos a longo prazo no Ministério;
    5. O único lugar ao sol que o Ministro deve ansiar é ao Sol da Justiça. Qualquer outra exposição é um caminho para a queda;
    6. Na Bíblia, vejo o homem mais sábio da terra (Salomão), o homem segundo coração de Deus (Davi) e o mais forte (Sansão) sucumbirem ao sexo oposto. Quem somos nós para nos sentir imunes?

    “Sabe que Deus tem ordenado que os ministros sejam um meio poderoso para a salvação de almas, e que eles só poderão ser bem-sucedidos em sua obra à medida que permitem que o Pai eterno lhes domine a vida. Procura, portanto, com toda a sua habilidade, induzi-los a pecar, sabendo que seu cargo torna o pecado neles mais excessivamente maligno; pois, pecando, tornam-se eles próprios ministros do mal.” (OE, p. 124)

    Autor Pr. Paulo Ki

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